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Empresas Juniores de MG

Cinco alunos da UFJF foram eleitos para a Diretoria Executiva da Federação das Empresas Juniores de MG, entre eles, o estudante de engenharia de produção Mateus Sales, filho de Christine e Luizinho Sales, vice-prefeito eleito de Bicas.

Entenda a parada clicando AQUI.

Pra lá de conhecidos

O prefeito e o vice eleitos em Bicas são pessoas bastante conhecidas na cidade, mas sempre tem uma coisinha ou outra que escapa daqui, escapa dali… Bora, então, conhecer melhor as figuras.

Honório de Oliveira
Honório de Oliveira nasceu no dia 1º de novembro de 1947 na comunidade dos Machados. Caçula entre os dez irmãos, é filho de Dejanira Fonseca de Oliveira e de Francisco Felisberto de Oliveira.

Criança esperta e inteligente, desde cedo já mostrava a que veio.

Mudou-se no ano de 1951 para a Fazenda da Saracura, onde seu pai foi trabalhar.  Ali passou o resto da infância, dividindo a pequena casa com a numerosa família.

Iniciou seus estudos no então Grupo Escolar Coronel Joaquim José de Sousa, tendo como primeira professora a dona Vilma Croce, que o iniciou no mundo das letras utilizando “O livro de Lili”, do qual se lembra com carinho.

Começou a trabalhar cedo, ajudando o pai na lida da roça, hábito que cultiva até hoje, com amor.

Ia para a escola a pé, enfrentando desde então as dificuldades que a vida lhe impunha. A mais difícil delas foi a perda repentina da mãe, quando tinha apenas 14 anos.

Iniciava, assim, um novo ciclo de sua vida. Deixou os estudos e se dedicou somente ao trabalho, morando na casa de suas irmãs, já casadas.

Mais tarde, foi para a vizinha cidade de Pequeri, levado por seu irmão Francisco (Chico Mineiro), para trabalhar na Beneficiadora de Minérios Pequeri, retornando então aos estudos no período noturno. Cursou o Ensino Médio no Colégio dos Jesuítas, em JF, auxiliado novamente pelo irmão que, como um pai, assumiu a sua formação.

Fez muitas amizades e passou parte de sua juventude em Pequeri, casando-se em 1973 com Delizete Fávero Corrêa, com quem teve sua primeira filha, Renata, que lhe deu os netos: Rana e Davi.

Graduou-se em Educação Física, pela UFJF, em 1976, e começou a lecionar na Escola Estadual Deputado Oliveira Souza, onde se tornou vice-diretor, e depois diretor, por três mandatos consecutivos, dedicando muitos anos de sua vida ao “Estadual”.

Trabalhou, ainda, na Escola Estadual Waldomiro de Magalhães Pinto e Escola Municipal de Pequeri – 2º Grau, na qual também foi diretor.

Depois de ficar viúvo, casou-se novamente com Rosina, aumentando a família com os filhos Ana Elisa (que lhe deu mais um neto, o Tadeuzinho) e Pedro Honório.

Em 1985, conseguiu sua remoção no Estado, fixando-se definitivamente em Bicas, após longos anos de estrada.

Aqui, criou sua família, solidificou sua profissão e entrou para a vida pública como prefeito. Exerceu por quatro anos seu primeiro mandato, conseguindo se reeleger para o cargo, fato inédito na história de Bicas.

Em seu governo, conseguiu diversas melhorias para a nossa cidade, entre elas o Polo Universitário, o CIESP, a Creche Municipal, a construção de vários prédios públicos, além de praticar uma política limpa e transparente. Respeitou o dinheiro público e, com isso, conquistou o respeito de todos.

Homem de muita fé, aprendeu desde cedo com a mãe, devota de Santo Antônio, a respeitar e agradecer a Deus o que lhe é oferecido. Mantém, juntamente com os irmãos, a tradição de homenagear o santo, em seu dia, realizando o “terço” em seu Sítio. Parentes e amigos participam da celebração. Fogueira, foguetes e um farto lanche completam o encontro.

Atualmente, aos 69 anos, é exemplo de trabalho, luta, responsabilidade e seriedade. Com suas mãos grossas do trabalho no campo, mostra a seus filhos o valor de se ter um nome e zelar. De menino humilde a homem vitorioso, é exemplo de que as duras condições que, às vezes, nos são impostas, podem ser superadas, quando cremos no potencial que nos foi dado por Deus.

Por acreditar que ainda tem muito a contribuir para o desenvolvimento de nossa cidade, concorreu, mais uma vez, ao cargo de prefeito e saiu vitorioso no pleito de 2016, conquistando mais um fato inédito: será o único cidadão biquense a comandar o executivo municipal por três vezes.

Prefeito eleito

Luizinho Sales
Luiz Carlos Sales, mais conhecido como Luizinho, filho de Victória Maria de Oliveira Sales e de Salvador de Almeida Sales, nasceu em Rosário de Minas, distrito de Juiz de Fora, em 19 de agosto de 1964.

Mudou-se para Bicas com sua família em 1972, aos 8 anos de idade. Estudou na Escola de São Manoel, Escola Municipal Coronel Joaquim José de Souza e Escola Estadual Deputado Oliveira Souza.

Graduou-se em eletrotécnica no Curso Técnico Universitário da UFJF e, estagiando na Cia Força e Luz Cataguazes Leopoldina, ingressou no mercado de trabalho.

Passou pela Cia. Industrial Santa Matilde, em Três Rios, e Usiminas, em Ipatinga. Em 1987, iniciou sua vida no comércio como sócio-fundador do Mercado Sales.

Em 1989, foi para Juiz de Fora e abriu a Lanchonete Chora Morena, onde trabalhou por 18 anos. Paralelamente,  no período de 1993 a 2004, manteve uma parceria com Marta Helena Rossi, no Martha´s Buffet, onde tiveram a chance de atuar na organização e realização de grandes eventos. Dessa parceria resultou uma grande amizade e respeito que perdura até os dias de hoje.

Em julho de 1991, casou-se com Christine Pereira Mattos Sales com quem teve seus filhos, Clarice de Mattos Sales e Mateus de Mattos Sales.  Em 2002, retornou a Bicas para, ao lado de sua esposa Christine e de seu cunhado Rafael Pereira Mattos, dar início ao Supermercado Santa Izabel, empreendimento que, atualmente, gera cerca de 55 empregos diretos. Nesse mesmo período, junto com seu irmão Sergio Henrique Sales, ingressou ainda da agropecuária local. Em 2015, teve a alegria de se tronar avô do Miguel.

Desde sempre se mostrou interessado pelo bem de nossa cidade e hoje, com amor e responsabilidade, galgou o cargo de vice-prefeito ao lado de Honório de Oliveira, amigo que já carrega há muito tempo e por quem tem grande admiração.

Vice-prefeito eleito

Casamento

Emanuele (filha de Virginia Maria Machado Sales e Manoel Sales de Almeida) e Rodrigo (filho de Claudia Maria Ribeiro Coimbra e Alfredo H. Ferreira Coimbra Filho) casaram-se na Fazenda São José, bairro Saracura, em Bicas.

Celebrante: ZCarlos Oliveira… Buffet: Villa Rica Buffet… Ornamentação: Toninho Aleixo… Fotos: Analu e Antonioni… Vídeo: Véu Filmes… Cerimonial: Peplum Cerimonial e Assessoria… Música da celebração: Quarteto de cordas… Música da festa: Grupo Nata Brasil e Dj Marcelo Lucas… Mobiliário: Spot Mobiliário e Ilume e Cor… Cortinado: Robertt Mendes… Vestido: Maria Helena… Cabelo e make: Bruna Reis… Convite: Gráfica Premier… Doces extras: Atelier Chocoarte.

Arroz neles...

8.9

Na Fazenda do Macuco, estrada Bicas/JF, Jurandy Pereira completou 89 anos e comemorou ao lado da esposa Maria das Dores Sales Pereira, dos filhos Rita, Joaquim, Julio e dos familiares.

Na oportunidade festiva, o seu Jura preparou, no capricho, uma deliciosa e tradicional leitoa que só ele saber fazer.

Vicente, Júlia (irmãos), Dorinha (esposa), o aniversariante, Lourdinha, Teofhilo e Paulo (irmãos)

Jogador do ano

O biquense Danilo, lateral-direito do Brasil, recebeu, ontem, em cerimônia, importante prêmio do Futebol Clube do Porto. Considerado o jogador do ano, ganhou o tradicional troféu Dragões de Ouro.

Fala aí, Danilo!

“Estou muito feliz pelo prêmio. É um reconhecimento do meu trabalho e dedicação pelos três anos que estou no Porto. Além disso, entro para a história ao lado de grandes jogadores como Hulk e Falcão García, que também já ganharam esse prêmio.”

Fala aí, também, Pinto da Costa, presidente do Porto!

“O resultado foi mais do que justo. Recentemente disse ao Danilo, brincando, no fim de um jogo, pois é assim que se dizem as verdades, que ele merecia dois Dragões de Ouro, e não um.”

Na cerimônia de entrega do prêmio, Danilo e sua esposa, Clarice Sales

Gaiola Cross

Alexandre

Sem nenhuma graduação em mecânica, mas, com a orientação da internet (fóruns e tal) e de apostilas, Alexandre (filho da Cleusa Calil e do Julio Sales) cismou de construir uma gaiola… Bora ver o resultado…

Primeiro foi preciso solucionar um problemão: conciliar os estudos pro vestibular com a feitura da peça. De segunda a sexta, o ‘bolador de jaula’ se dedicava ao concurso pra engenharia mecânica e, na própria sexta, à tarde, ia pra ‘oficina’, localizada na fazenda dos avós paternos, Maria das Dores Sales e Jurandir Pereira, onde rola anualmente o famoso “Arraiá do Macuco”, retornando pra Bicas domingo à noite. As idas e vindas somaram mais ou menos 1 ano.

No mais, deixa ele falar… Fala aí, Alexandre Calil Sales…
“… Quem mais confiou em mim, me deu apoio e bancou a construção foi meu pai… No início de 2013, ele comprou o carro-doador, mas nem imaginava o resultado… Nem eu… Na verdade, não considero a gaiola pronta, apesar de já ter andado bastante na máquina… Sempre existe alguma coisa que pode ser  melhorada… O nome ‘Gaiola Cross AP 1.8’ eu vi na internet e copiei… Outras sugestões de nome foram dadas: Aranha, Buggy etc… O ‘AP 1.8’ é por causa do motor AP que equipa os automóveis Gol, Saveiro, Parati e Santana, dos anos 1970, 1990 e 2000 etc)… É um diferencial, porque a maioria das gaiolas que conheci possui motor de Fusca, Brasília e Variant…1300, 1500 e 1600… Agora, iniciei os estudos em engenharia mecânica, na UFJF, e pretendo aprender muito mais… A maioria das coisas que eu aprendi foi durante a construção da gaiola… No inicio, um funcionário da fazenda me ajudava nas soldas e outras coisas… Depois fui aprendendo a fazer com a ajuda do filho dele, da minha idade, que, inclusive, também, construiu uma gaiola pra ele… Ajudamos, um ao outro, na construção das duas gaiolas… O chassi usado foi de uma Variant 1972… Se tivesse que fazer outra, faria com muito mais facilidade… Uma coisa que aprendi muito durante a construção foi adaptar peças, seja lá de que carro for… Injeção eletrônica de Gol, tanque de combustível de Kombi, setor de direção de Monza, lanternas de caminhão e por aí vai…”

Formaturas

Marcelo, filho de Maida Brilhante Felipe Prata e Cézar Prata dos Santos, colou grau em administração, pela Faculdade Machado Sobrinho, em JF.

Marcelo Felipe Prata Santos

Emanuele, filha de Virgínia Maria Machado Sales e Manoel Sales de Almeida, colou grau em arquitetura e urbanismo, pelo CES, em JF.

Emanuele Machado Sales

Novo rumo


Kátia Aquino, rapidinho, mudou-se de Bicas para Juiz de Fora. Na capital da ZM, no sufoco, está exercendo o cargo de supervisora das escolas de EJA (Educação de Jovens e Adultos) e de coordenadora do Projovem Urbano (Programa Nacional de Inclusão de Jovens).


Insegurança

Tendo em mira a insegurança que assola Bicas nos últimos dias, tipo assaltos, roubos, furtos e chegas pra lá, a qualquer hora do dia ou da noite, o vereador Julio Sales (PMDB) se pronunciou.

“A situação não é boa mesmo, mas o problema é realmente a falta de policiais em Bicas. Hoje, o efetivo conta com 16 PMs. Por isso, ontem, na câmara, a Comissão de Direitos Humanos, da qual faço parte, reuniu-se e ficou decidido que agendaremos um encontro com o secretário de Segurança Pública do Estado, em Belo horizonte, para que ele tome conhecimento da situação calamitosa que nossa cidade esta passando. Na reunião, solicitaremos providências urgentes.”

“O Danilo até louvor de igreja canta”

A jovem dá a conhecer o outro lado do defesa brasileiro do FC Porto

Clarice Sales é uma jovem de 20 anos, natural de Bicas, Minas Gerais, que deixou a família, os amigos, o trabalho e o curso no Brasil para acompanhar o namorado Danilo, lateral-direito do FC Porto, na mudança para Portugal. Mas, depois de se terem conhecido num cemitério, há cerca de oito anos, nunca mais se largaram e ao fim de meia dúzia de anos resolveram assumir o namoro e investir numa relação séria com planos futuros. A viver há pouco mais de seis meses no Porto, Clarice ainda está em fase de adaptação, tanto em termos culturais, como de vida em comum com o defesa dos dragões, segundo a própria, extremamente vaidoso, tranquilo e com uma queda para o pagode. “Ele acha que é cantor”, comenta a simpática brasileira, entre risos…

Clarice Sales

Quais são as primeiras impressões do Porto?

Durante os primeiros meses vivia entre o Porto e o Brasil e só agora, em janeiro, vim para ficar definitivamente. Ainda estou numa fase de adaptação e devo confessar que no início não gostava, mas acho que era sobretudo por sentir muitas saudades de casa. Estou a aprender a gostar do Porto. O Danilo passa muito tempo no clube, eu fico muito sozinha e, como sou bastante apegada à família, estranhei um pouco e passei por algumas dificuldades. Além disso, no Brasil tinha o meu emprego, a faculdade, amigos e deixei tudo para ficar ao lado de quem gosto.

O que está apreciar mais em Portugal?

Ah… é tudo muito diferente. Eu morava em Bicas, uma cidade com mais ou menos 18 mil habitantes, e aqui é outro Mundo. Ainda não tive oportunidade de conhecer muita coisa, mas já fui à Madeira e fiquei completamente apaixonada por aquela ilha. Foi dos sítios mais bonitos que já conheci até hoje. Na Madeira tudo é perfeito! No Porto, conheço apenas o centro da cidade e pouco mais, não houve ainda tempo para mais. Não sou apreciadora da comida, por exemplo, ao contrário do Danilo que gosta bastante, e isso também dificulta um pouco. Morro de frio e passo a vida a sonhar com o calor do Brasil. Nunca passei tanto frio na minha vida… (risos)

Que fazia em Bicas? Disse que trabalhava e estudava…

Trabalhava num banco. Comecei como escriturária, mas já fazia um pouco de tudo, pois era uma agência pequena e éramos poucos funcionários. Na faculdade, fiz um ano de administração de empresas e tranquei a matrícula porque tinha começado a trabalhar e havia a possibilidade de vir para Portugal. Entretanto, já tratei de tudo para retomar os estudos e vou continuar a fazer o curso desde o Porto. Aliás, começo as aulas ainda este mês. A minha ideia é concluir a minha formação académica.

E, nesse contexto, como conhece o Danilo?

Eu nasci em Juiz de Fora, a 40 km de Bicas, onde vive grande parte da minha família e onde passava parte das minhas férias e fins de semana. Entre os meus 10/11 anos, os meus pais abriram um supermercado em Bicas e acabámos por nos mudar para a cidade. Nessa altura, a senhora que ajudava a minha avó, e era vizinha da mãe do Danilo, perdeu o neto e eu conheci o Danilo no cemitério, durante o enterro. Conversámos e descobrimos que frequentávamos a mesma escola. Apesar de ele ser mais velho e andar dois anos à minha frente, tornámo-nos amigos, descobrimos vários amigos em comum e, durante vários anos, tivemos uma espécie de amizade colorida. Só em 2010 assumimos uma relação mais séria, depois do primeiro beijo no Carnaval. Em julho, começámos a namorar mas à distância, porque coincidiu com a saída do Danilo do América para o Santos. Ainda assim, e apesar de eu estudar e trabalhar, ao fim de semana visitava-o e passávamos algum tempo juntos. Quando o Danilo veio para Portugal, tudo ficou mais complicado. Só havia duas hipóteses, ou vinha com ele ou acabávamos. Optámos por continuar juntos.

Em Portugal, uma amizade colorida inclui beijos mas, pelos vistos, a vossa relação era diferente. Não percebi, quer explicar?

Nós tínhamos aquele ‘negócio’ de gostar um do outro, mas nenhum tinha coragem de assumir. Daí a amizade colorida. Durante um jogo do Campeonato do Mundo demos um beijo e, ao longo de uma semana, fomos ‘namoradinhos’, até que ele foi para o Santos. Conversávamos todos os dias, mas não tínhamos nada. Um dia, pela internet, ele perguntou-me se eu queria namorar e eu respondi que sim. E assim começou o nosso namoro, pela internet. E tem dado certo, com algumas discussões como todos os casais, mas estamos bem e juntos.

Conheceram-se num cemitério, começaram a namorar pela internet e, a julgar pelo anel no dedo, pretendem subir ao altar. Estão noivos, é isso?

É verdade! Quando, há um ano, o Danilo veio para o FC Porto éramos apenas namorados mas a nossa ideia era ficar juntos. Como não tínhamos nada muito sério, resolvemos oficializar a relação para criar maior estabilidade e também ganharmos alguma maturidade e segurança até decidir casar. Assim, quando ele foi no último verão ao Brasil ficámos noivos e, em agosto, viemos juntos para Portugal. Foi uma espécie de acordo entre nós, com os meus pais, e com direito a anel, também para poder sair de casa e vivermos juntos noutro país.

Nesse caso, quando é que o Danilo dá o nó? Já há data prevista?

Não. Ainda não está nada programado. Acredito que, quando estivermos preparados, tanto eu como ele, sentiremos que está na hora de dar esse passo. Para já, ainda somos muito jovens.

Conte-nos então como é partilhar casa e viver com o Danilo?

Na verdade não vivemos sós. Partilhamos casa com dois amigos e o irmão do Danilo. Mas para já está a correr bem. Nunca tinha vivido com ninguém e, para mim, é diferente daquilo a que estava habituada, mas entendemo-nos todos bem. A nossa relação é bastante tranquila, não temos grandes problemas e esta fase está a servir igualmente para nos conhecermos melhor. Devo dizer também que o Danilo é uma pessoa maravilhosa! Nunca conheci ninguém com tamanha bondade e que está sempre a pensar nos outros e em ajudar. O Danilo saiu do Brasil, cresceu mas não esquece as raízes, os amigos que lá ficaram e os pais por quem tem um respeito impressionante. Quando ele gosta de alguém, gosta mesmo e dá tudo.

E como é ele entre portas, no recato do lar?

O Danilo é muito extrovertido e, entre amigos, se solta mesmo. Quando está de folga ou de férias, não pode faltar o pagode. Ele adora fazer um churrasco, convidar os amigos e a família para casa, chamar um grupo de pagode e fazer a festa. Ele vai para o microfone e acha que é cantor, mas pior é que canta bem e fica todo convencido. Ele é bem eclético em termos musicais mas a preferência vai para o samba e pagode, apesar de o Danilo até louvor de igreja cantar (risos).

Ele também organiza esse tipo de convívios cá, ou só quando está de férias no Brasil?

No Porto também mas menos vezes e com um número mais reduzido de pessoas. Quando fazemos um churrasco normalmente é com os outros jogadores brasileiros do FC Porto ou só entre nós lá em casa. Como são vários os compromissos com o clube, quando ele está em casa gosta de passar algum tempo com os nossos dois cães, Lucy e Mel, a cuidar dele próprio e jogar ‘PlayStation’. Ele adora um jogo de tiros. E, como lá em casa já são quatro ‘meninos’, e os outros jogadores do FC Porto, o Alex, o Fernando, o Kléber e outros, também gostam, eles jogam online e é um vício! Se ele joga bem? O Danilo joga mais ou menos… ele vai me matar de estar a contar isto, mas se há dias em que ele mata um monte, há outros dias em ele não faz nada (risos)

E nas lides domésticas não colabora?

Por iniciativa própria, ele não faz nada mas, se for preciso, ajuda, põe a mesa, faz a cama e esse tipo de coisas. Na cozinha o máximo que ele sabe fazer é fritar um ovo… (risos) Na verdade, somos os dois um pouco ‘bagunceiros’ [desarrumados], mas como o Danilo é bastante vaidoso implica um pouco com as coisas fora do lugar.

Quão vaidoso?

Ele cuida-se bastante, muito mais que eu. Até fico impressionada. Preocupa-se em ter o cabelo sempre arranjado, a barba feita, depilação feita, colocar creme, perfume e uma série infindável de coisas. Só para o cabelo ele tem uns dez cremes, mais outros tantos para o corpo e vários perfumes. Ele gasta muito dinheiro com essas coisas, assim como com roupa e acessórios. Há dias em que ele é rápido para se arranjar, mas há outros que fica na dúvida que nem mulher.

E amigos, já fez muitos em Portugal?

São mais os jogadores brasileiros do FC Porto. Ainda assim, acho que o Danilo está mais próximo do Alex [Sandro], pois já são amigos desde os tempos do Santos e partilhavam o quarto nos estágios da Seleção. No meu caso, dou-me também muito bem com a Natália, a mulher do Alex, e com a Bruna, mulher do Fernando, também muito próximo do Danilo, tal como era o Kléber que, entretanto, voltou para o Brasil. A maioria das vezes jantamos todos juntos mas, em outras ocasiões, ‘rola’ outro tipo de programas. Já fomos, por exemplo, a Vigo e, às vezes, vamos todos almoçar a uma churrascaria. Há umas semanas o Hulk estava de passagem pelo Porto e almoçamos todos em casa do Fernando. Já no Réveillon eles [Fabiano, Maicon, Fernando, Kléber e Alex, com as respetivas famílias] juntaram-se em nossa casa. Mas, a bem da verdade, o Danilo dá-se bem com os todos os colegas, sejam eles portugueses, argentinos ou colombianos, apenas sente mais afinidade com o brasileiros… acho que por questões culturais.

Em termos profissionais, o Danilo está a dar-se bem e a apreciar o campeonato português e a Liga dos Campeões?

Está, o Danilo está a gostar bastante. Ele passou por uma fase complicada, com a lesão, mas isso já está superado. O Danilo está confiante, sente-se bem e adora o FC Porto. Eu acho que o clube, e falo por mim, prima pela diferença. Ele tem um apoio no clube, em termos de família, difícil de encontrar em outros clubes e, para nós, estrangeiros, dá uma segurança bastante grande e confortável. Sentimo-nos muito bem, à vontade e felizes porque eles, nesse sentido, fazem tudo para nos agradar.

Sente que vão festejar o campeonato a norte?

Claro! (risos) Estamos a torcer e eles a trabalhar para isso. Não há festa prevista, nem nada programado mas, se o FC Porto for campeão, vai haver pagode e o Danilo vai cantar!

Por onde passam os objetivos do Danilo?

Por evoluir, tornar-se no melhor jogador possível, fazer um bom trabalho na seleção brasileira e alcançar um bom resultado na Liga dos Campeões. Em termos pessoais, o Danilo quer muito ter filhos, ele adora crianças. Mas ele só tem 21 anos, é jovem e ainda tem muitas coisas pela frente e muito pelo que lutar.

A Clarice gosta de futebol?

Gosto, embora não entenda muito. Em criança torcia pelo Flamengo e o meu ídolo, curiosamente, era o Liedson, que agora está no FC Porto a jogar com o Danilo. Mas passei a gostar mais de futebol quando comecei a namorar o Danilo. Até troquei de camisola e de ídolo naturalmente (risos). Agora o meu ídolo é o Danilo! Ainda assim, o meu clube do coração continua a ser o Flamengo, apesar de torcer pelo FC Porto e ir a todos os jogos no Dragão. Aliás, no último jogo em casa, dei a minha vida naquelas bancadas, cantei, gritei e fiquei puxando pela equipa o tempo todo. Às vezes até consigo me comportar de forma discreta mas, quando o jogo pega fogo, não consigo ficar quieta.

Fonte: http://www.ojogo.pt

Formaturas

Thais

 

Thais Silva Sales (filha de Silvana de Oliveira e Silva Sales e Sebastião Cesar Fernandes Sales) colou grau em agronomia pela UFV, em sessão solene realizada dia 20 de julho no Espaço Multiuso.

 

 

 

Guilherme

 

Guilherme Barros Louro (filho de Maria Amélia Carpinetti de Barros Louro e Waldemar Louro Filho) colou grau em direito pelas Faculdades Integradas Vianna Júnior, em solenidade realizada dia 26 de julho, no Marcellu´s Aero, em JF.

 

 

 

15 anos
Letícia (filha de Grace e José Vildinei de Almeida Reis) festejou 15 anos dia 04 de agosto no Cabangu Campestre Clube, em Santos Dumont.

A aniversariante é neta de Marília Bianco e Homero Cândido Gomes… Almoço com presença dos familiares e amigos… Banda Tatoo… Marília Buffet.

José Vildinei, Grace (pais), Breno (irmão), Marília Bianco (avó), aniversariante,  Homero Cândido (avô), Fernando Gomes e Rosane (tios)
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