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Formaturas
Laíse (filha de Lúcia Helena Navarro Jardim e Ewerton do Amaral Jardim) concluiu Mestrado na UFJF, onde se formou em Psicologia em 2009.
Pra completar, ingressou com êxito no Doutorado em Saúde Coletiva do Instituto de Medicina Social da UERJ.
Fernanda (filha de Marlú de Castro Assis Veiga e Luiz Roberto Machado Veiga) formou-se em Medicina pela Univaço no teatro do Instituto Cultural Usiminas, em Ipatinga/MG.
Gabriella (filha de Jacqueline Granato Menchise e Eduardo Álvares Menchise) formou-se em Medicina pela Universidade Severino Sombra no Parque Eco Turístico do Trabalhador, em Vassouras/RJ.
Coluna nº 206
Atualização quinzenal
TROCA-TROCA
A turma da Humanizar (www.humanizareventos.com.br), de Brasília, empresa que terceirizou a 37ª Expo/Bicas, representada por Moacir Garcia Passos Filho (Moacirzinho), mostrou competência ao agir rápido na substituição da Banda Eva por Armandinho e Banda.
Como os dois grupos se equivalem, a galera não saiu prejudicada.
ASSESSORIA ESCLARECE
Na tarde da última terça-feira, dia 24 de julho, morreu o percussionista da Banda Eva, Fabrício Scaldaferry, conhecido como Fafá, de 29 anos.
Ele deu entrada na UTI do Hospital da Bahia com uma infecção intestinal. No dia anterior, o músico comeu ostras na praia de Piatã, o que foi apontado pelos médicos como possível causa do óbito. Ele acabou falecendo duas horas após entrar no hospital, por infecção generalizada. O corpo do músico foi enterrado às 16h de quarta-feira (25), no cemitério Jardim da Saudade, em Salvador.
MAIS DETALHES
A assessora de imprensa do grupo, Flávia Uzêda, deu mais detalhes sobre o ocorrido:
“Ele costumava sempre ir para a praia, pois amava comer ostras. Na segunda-feira (23), quando retornava de um show, Fabrício e o músico Alcione Rocha, que toca trompete na banda, resolveram ir para a orla marítima para comer ostras. Lá, eles encontraram um ambulante e compraram a comida. Os dois se alimentaram, mas somente o Fabrício passou mal. Fabrício foi direto para o Hospital da Bahia, na segunda-feira à noite. Mas, nada foi detectado. Ele foi para casa, mas não melhorou. Na manhã de ontem (24), continuava com fortes dores e foi parar numa clínica, que também nada lhe diagnosticou. Insatisfeito, voltou para o Hospital da Bahia, e lá, descobriram a infecção intestinal, que já estava generalizada”, explicou a assessora.
Indignada com o acontecido, Flávia completou: “Não temos notícia sobre o ambulante e estamos muito chateados. A Banda Eva estava em ótima fase. Na última semana gravamos nosso segundo DVD, em São Paulo. Fabrício foi uma grande perda!”.
BIOGRAFIA
Fabrício Scaldaferry, mais conhecido por Fafá, nasceu em Salvador (BA) no dia 23 de agosto de 1977. Entrou para a Banda Eva no primeiro semestre de 2005 para tocar percussão ao lado de Alan Toreba. Nas horas vagas, adorava se reunir com os amigos para bater papo. Fabrício era um músico bastante experiente, tendo tocado com Armandinho, Daniela Mercury, Netinho, Salsalitro, Silvinha Torres e mais alguns artistas. Além de um expressivo talento, o percussionista da Banda Eva era uma pessoa bem simples e extremamente simpática.
COMUNICADO
A assessoria de imprensa do grupo enviou na tarde desta quarta-feira (25) mais um comunicado:
”Os músicos da banda estão muito tristes com a perda do amigo e parceiro de trabalho. Portanto, eles não se encontram em condições emocionais para realizar os shows agendados para o próximo fim de semana, que aconteceriam amanhã, 26/07, em Bicas (MG); sexta, 27/07, em São Luís (MA) e sábado, 28/07, em Fortaleza (CE). Gostaríamos de poder contar com a compreensão de todos!”
PASSEIO ECOLÓGICO
Guiados pelo fazendeiro Marcelo Jardim e pela professora Sabrina, alunos da 6ª série do Colégio São José fizeram um passeio ecológico pela Fazenda Paraíso para saberem mais sobre o guanandi e o eucalipto.
Descobriram que o guanandi é uma madeira de lei que possui muitas curiosidades. Quando plantada, a muda da árvore é atacada por um tipo de formiga, a vermelha-cabeçuda, que tem 2 anos para usufruir de sua folha, porque depois desse tempo o guanandi produz um óleo que impede o ataque da praga.
Em relação ao eucalipto, o guanandi demora muito para crescer. Só aos 18 anos está pronto para o corte e, após esse tempo, seu tronco geralmente vira casco de navio, pois sua madeira não absorve água.
Outra curiosidade é que a árvore absorve muito gás carbônico e solta muito oxigênio; por isso, o Japão está incentivando a plantação do guanandi para compensar sua pequena área para plantio.
O eucalipto demora apenas 5 anos para crescer e é utilizado na construção civil, em galpões, cercas, currais, celulose, lenha e outras finalidades.
OS ROSSIS
Em pleno sábado de exposição, a família Rossi marcou encontro no Pallazzo Di Fiori para dar início ao levantamento da trajetória de seus componentes. Boa festa que terminou tarde da noite.
Até um filme vai ser produzido e o evento deu a bandeirada para que todos saíssem dali à cata de dados, imagens etc. Os membros estão muito motivados e muito a fim de capturar informações.
DADOS HISTÓRICOS
Tudo começou na Itália, começou com sonho, começou com a esperança da lavoura na América.
As famílias Ferri e Rossi deixaram a Itália na última década do século XIX e, como imigrantes, se encontraram no Brasil. O patriarca dos Rossi, Vicente Rossi, e sua esposa, Luiza Drominetta, trouxeram seus 3 filhos, uma menina e dois meninos. O ano era 1893. Primo Rossi tinha 5 anos de idade.
O patriarca dos Ferri, Hilário, e sua esposa, Maria Bianchi, trouxeram suas três filhas: Armínia, Ema e Argia. Antônio nasceu no Brasil.
Primo Rossi e Argia (também chamada Hilária), conhecida como Elvira, constituíram, em 1910, uma família brasileira. Seus filhos Augusto, Antônia Maria, Maria Antônia, Antônio, Vicente, José, Alberto, Primo Rossi filho e Luiz nasceram em Bicas, nas primeiras décadas do século XX.
Vicente Rossi e Luiza Drominetta foram sepultados no Brasil. Os Ferri, Hilário e Maria Bianchi, retornaram para a Itália com dois dos seus filhos, enquanto uma delas, esposa de José Vicini, migrava para a Argentina.
Da descendência direta de Primo e Elvira, eu Vicente Rossi, nascido em 29/05/1918, dou para a posteridade este testemunho, em 28/07/2007.
Vicente Rossi
LEI SECA
A Câmara Municipal de Bicas está de posse de um verdadeiro tratado feito pelo PM Jorge Bianchi Gazolla que, em síntese, diz da necessidade de uma ação imediata para a implantação da lei seca em Bicas, principalmente para conter os índices de criminalidade no município.
A proposta fala que “… Foi assim que países de primeiro mundo, como a Inglaterra, adotaram a lei seca, que não se trata de proibir o consumo de álcool, mas sim discipliná-lo. Espelhando-se nesse exemplo, inúmeras cidades brasileiras adotaram semelhante medida com resultados surpreendentes na manutenção da ordem pública e redução média de 70% nos níveis de violência e acidentes. No exercício diário de minha profissão em hospital, sou testemunha do índice crescente de ocorrências resultantes do uso abusivo do álcool. Preocupado com esse fato, preparei este trabalho, fundamentado em análise de Internet, e principalmente dados reais de nosso município, que mesmo sendo pequeno, apresenta números significativos de violência quando, no período noturno, aumenta o consumo de bebida alcoólica…”.
Em oposição ao querer do PM Gazolla está o jornalista e radialista Deusdet Rodrigues. Diz ele: “No caso de Bicas, o número de ocorrências é tão pequeno que não chega mesmo a constar de dados estatísticos, não se justificando o fechamento de bares e botequins, das 23h às 06h. Em meu programa de notícias na rádio constato que são raras as ocorrências em bares e botequins. Assim sendo, considerando a medida drástica demais para a nossa cidade, admito que alguma coisa tem de ser feita. Isso é incontestável. Agora, daí a radicalizar com lei seca, é inconcebível.”
FEIRA CULTURAL
Com o patrocínio da Prefeitura de Bicas e da Minasgás, mais uma vez, eivada de conteúdo e organização, aconteceu a VI Feira Cultural da Escola Estadual Deputado Oliveira Souza, com o tema: “Preservar para bem viver”.
Todos os dias, entre 18h e 20h30, houve visitação aos trabalhos. Dia 12 de julho, quinta-feira, aconteceu a Abertura Oficial, onde foram vistas obras sobre o “Meio Ambiente”, “Memória e Patrimônio”. A seguir, espetáculo com o Grupo Grazy Dance (do Estadual), Casamento Coletivo (da Escola Amarelinha), Desfile de Roupas Recicladas (de Mar de Espanha) e Grupo Evolução (do Estadual).
Dia 13 de julho, sexta-feira, foram expostos trabalhos atinentes à “Família”, “Amizade” e “Saúde”. Na seqüência, apresentaram-se o Grupo Corpo e Movimento (de Mar de Espanha), o Grupo High Voltage (do Estadual) e o cantor Reginaldo Jorge (de Bicas).
Dia 14 de julho, sábado, após o encerramento, às 20h30, a apreciação ficou por conta de ações envolvendo “Ciência e Tecnologia” e “Solidariedade”. No embalo, shows com o Grupo Quilombo dos Palmares (de Mar de Espanha), Grupo Grazey Dance (do Estadual) e Monólogo do Cupido, com Giorgi Rossi (de Bicas).
ACADEMIA
O prefeito Honório de Oliveira foi categórico com o colunista. Quer ver instalada no seu mandato a Academia Biquense de Letras. Além das faculdades e instituições de ensino implantadas na cidade, afirma que o ponto máximo da cultura será a Academia e não abre mão. Concordei e vou colaborar. Aguardem.
Fonte: jornal O Município – Júlio C. Vanni
PLACAS
Em Juiz de Fora, as placas que apresentam os nomes de logradouros públicos, como ruas e praças, ganharam uma inovação que deve ser incorporada por outras localidades.
Agora, tais placas trazem uma rápida explicação sobre o nome da pessoa homenageada. Exemplos: A placa da avenida Getulio Vargas traz em letras menores abaixo do nome a seguinte indicação: Presidente do Brasil.
Na placa da ponte Nelson Silva está escrito: músico e compositor. Com isso, os cidadãos podem ter uma idéia do motivo da homenagem.
Fonte: jornal A Região – Coluna Escritos – Raul Salles e Herica Salles
Projeto investe na produção de eucalipto
Mais de R$ 200 mil serão investidos no estímulo à produção de eucalipto na Zona da Mata, com o objetivo de abastecer de matéria-prima o pólo moveleiro de Ubá. A meta é, a princípio, beneficiar 300 pequenos e médios produtores rurais, que serão estimulados a destinar parte de suas áreas ao plantio de eucalipto. A meta é atingir 10 mil hectares de florestas plantadas na região até 2011.
O convênio para a concretização do projeto “Plantio e Manejo de floresta para o Setor Moveleiro” foi firmado ontem, em Belo Horizonte, reunindo representantes do Governo do estado e entidades parceiras. A intenção é sensibilizar, por meio de palestras, os produtores da região. Os interessados serão cadastrados pela Emater e receberão mudas do Instituto Estadual de Florestas (IEF), além de orientação de técnicos da Emater e de estudantes de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Viçosa (UFV).
Demanda
De acordo com o secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), Alberto Portugal, o projeto reflete uma demanda existente no setor produtivo de móveis da região, que carece de matéria-prima para produção. Segundo ele, o programa visa a estimular e apoiar os produtores a fazerem reflorestamento em pequenas áreas e manejo adequado, para que produzam madeira para móveis. A estimativa é de que, seis anos após o plantio, os produtores possam cortar 50% da árvore plantada. Os 50% restantes estarão prontos, em 15 anos, para uso nobre, como a fabricação de móveis.
Fonte: jornal Tribuna de Minas















