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Coluna nº 208

Atualização quinzenal

EM BRASÍLIA
Na noite de segunda-feira, 13 de agosto, tão logo deixou as dependências do Hotel Mercury, em Belo Horizonte, quando participaram de um seminário do PSDB, o prefeito Honório de Oliveira e o vice Amarildo Mayrink seguiram para Brasília.

Na terça, 14, tiveram agenda cheia na capital, assinando vários convênios. O primeiro foi com o ministro da Educação, Fernando Haddad. Os jamegões se destinaram ao Programa Caminho da Escola, que tem por objetivo renovar, ampliar e padronizar a frota de veículos de transporte escolar, com custos reduzidos, por intermédio do BNDES.

Depois de audiência com o ministro das Comunicações, Hélio Costa, para tratar de assuntos atinentes ao município, a dupla esteve nos ministérios da Saúde e Cultura, onde o prefeito assinou outras papeladas.

COMITIVA
Na comitiva do prefeito que viajou a BH para o seminário do PSDB “Modelo de Gestão – Um novo modelo” estavam: Denisy Durão (presidente do partido), Dirceu de Souza Ramos, Ary Sérgio Fernandes Alhadas, Milton Roberto Fernandes Alhadas, Maria Elizabeth Gouveia da Silva, Noé Fonseca, Emerson Agrelli e Rubens Mendes Araújo.

Uma salada pra ninguém botar defeito, o que não quer dizer que todos estejam afinados com o homem da batuta.

APROVAÇÃO
Os alunos do Colégio São José de Bicas, Leandro Moreira de Mattos e William Renato Ferreira Júnior, foram aprovados no vestibular do CTU (Colégio Técnico Universitário) da Universidade Federal de Juiz de Fora.

Aproveitar a nota para dizer que rola no CSJ um cursinho muito bem estruturado a fim de aprovar alunos para o próximo Concurso do Banco do Brasil. Quem se interessar ainda restam algumas vagas.

CASAMENTO
Fernanda Gonçalves de Castro (filha de Denise Mano Gonçalves e do deputado Sebastião Helvécio) e Diogo Belotti (filho de Maria Aparecida e Paulo Vieira Belotti) casaram-se no mês de julho, no Rio de Janeiro, mas, vão comemorar a união, com grande festa em Guarará, sexta-feira, dia 7 de setembro.

ARTE CARIOCA
A autora do livro “Quereres”, juiz-forana Luciane Fontes, abre espaço no mercado cultural do Rio de Janeiro. No dia 19 de agosto, na Domingueira Poética do Instituto Metodista Bennett, suas poesias foram encenadas e declamadas por Gibran Lamha e Lívia Gomes. Edson Leão (voz) e Danniel Goulart (violão) decoraram, com som nota 10, a tarde cultural.

Registrar que Gibran Lamha é filho de Andréa Retto Grunewald de Oliveira Lamha e José Sahb de Oliveira Lamha (Salim).

TUNING VIRTUAL
A aluna da 6ª série do Colégio São José do Instituto Vianna Júnior de Juiz de Fora, Isabela Rhodes de Paula, participou do concurso de Tuning Virtual da Revista Quatro Rodas, classificando o seu projeto entre os melhores apresentados para análise de especialistas.

O feito de Isabela fez com que um veículo da marca Chrysler 300 C ficasse completamente modificado.

O nome tuning originou-se da necessidade de se nomear as modificações internas e externas de um veículo feitas para melhorar a performance e o visual. Tuning significa afinar, adequar, sintonizar. O tuning automotivo nada mais é do que adequar os equipamentos ao veículo para suprir alguma falta de desempenho e esportividade.

Registrar que, no caso da estudante, tudo isso foi realizado virtualmente, atendendo ao regulamento da revista especializada.

LÁ E CÁ
Quem assumiu a gerência regional do Banco Indusval foi Francisco Galil. As segundas e terças, atua na matriz, na Torre do Rio Sul, e no restante da semana, em Juiz de Fora e Zona da Mata.
Fonte: jornal Tribuna de Minas – César Romero

JF RECONHECE FORÇA E TALENTO DE ANK
“Esse cara merece!” Do alto do caminhão do Corpo de Bombeiros, Alexandre Ank pode até não ter escutado, mas esta foi a frase mais repetida ao longo do passeio pelas ruas da cidade. Na manhã de ontem, os juizforanos puderam ver de perto as medalhas conquistadas pelo mesa-tenista durante os Jogos Parapan-Americanos. Além do bronze na disputa individual da classe 4-5, ele trouxe ouro na disputa por equipes. Na comemoração, preferiu agradecer a quem acreditou no esforço.

— Foi maravilhoso, devo isso a meus familiares, fisioterapeutas e médicos que me apoiaram. Os patrocinadores que acreditaram em mim no início e até os voluntários que atuaram na competição.

A mãe, Elisabeth Macieira Ank, lembra que o atleta ganhou até um apelido da torcida no Parapan.

— Foi maravilhoso. Assisti todos os jogos. O tempo todo a torcida gritava o nome dele; com as vitórias, passaram a chamá-lo carinhosamente de ‘Mineirinho’.

As conquistas poderiam marcar o ponto alto de uma carreira que começou em 2002. Mas, para o ano que vem, o desafio promete ser ainda maior. Com a vaga para as Paraolímpiadas de Pequim praticamente garantida, ele precisa se manter entre os 30 melhores da categoria para carimbar o passaporte. Atualmente, Ank é o 16º do mundo, mas será necessário apoio financeiro no custeio das disputas internacionais e continuar entre os grandes.

Ank jogava futebol e sonhava estudar Educação Física, quando um acidente automobilístico lhe ocasionou uma lesão na medula, onde perdeu o movimento das pernas. Desde então, passou a buscar alternativas para conseguir realizar seus desejos. Agora, estudante universitário, o mesa-tenista teve, ontem, uma chance de testar sua popularidade como um dos principais atletas da cidade.

— A ficha ainda não caiu. Cheguei pensando em voltar para a faculdade, mas ainda tem muita festa programada para mim — declarou.

Ank terá direito a 15 dias de descanso antes de voltar à dura rotina de treinamentos.
Fonte: jornal Panorama – 22/08/07 – Repórter: João Paulo Viera

FALAR NISSO…
Quero sugerir ao prefeito Honório de Oliveira que faça uma homenagem ao mesa-tenista, Alexandre Ank, que é natural de Bicas; assim como fez o prefeito de Juiz de Fora, Alberto Bejani.

Tudo a ver, até por que, num ontem, o prefeito biquense foi professor de Educação Física e gosta de esportes.

MINHA ADORÁVEL “JÁ TEVE”
Nascido em Bicas, uma pequenina e bucólica cidade do interior de Minas Gerais, distante apenas 30km da capital da Zona da Mata, Juiz de Fora, com pouco mais de 13 mil habitantes, como todo jovem, tive que libertar as amarras e procurar emprego nos grandes centros do país. Morei e trabalhei nas principais capitais brasileiras, entre elas São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Em nenhuma delas encontrei a qualidade de vida da pequenina Bicas. Em meados de 1982, quando trabalhava em um grande jornal paulista, no retorno ao meu apartamento, lá pelas 3 da madrugada, encontrei-me com um amigo biquense que trabalhava em um banco, na compensação de cheques, que me saiu com a frase: “Que saudade de ser gente”.

Indaguei sobre a frase e ele me respondeu tranqüilamente: “Se lembra que morávamos na parte alta da cidade acerca de 800 metros do centro onde se fazia o futing nos finais de semana e demorava-se pelo menos uma hora até chegar ao destino?”. Claro, respondi, como vou me esquecer de Bicas? Pois é, retornou o amigo, não era longe, mas tínhamos que sair cumprimentando a todos e levávamos um bom tempo para cumprir o destino. É disso que tenho saudade…

Aquele diálogo, embora o amigo já falecido nunca tenha sabido, modificou radicalmente minha vida. Entrei em depressão e em pouco mais de um mês pedi as contas no jornal, arrumei minhas trouxas e voltei. Vim com minha mulher e filhos viver em uma cidade onde todos me conhecem e aos meus, onde não posso caminhar a pé quando estou com pressa, pois tenho que parar e conversar com todos que encontro, seja sobre futebol, política ou sobre as notícias que leio em meu noticiário na pequena rádio comunitária que dirijo.

Lamentavelmente, venho observando que a cidade está entre dois paralelos. Temos todas as facilidades do mundo da comunicação através da internet, das dezenas de linhas rodoviárias que ligam a cidade ao resto do país. Uma administração competente que zela pelo erário, que no início deste mês emplacou uma secretária de fazenda como representante da Zona da Mata no recém criado Confraz-M Minas, órgão criado para gerir e normatizar as questões fazendárias com vistas aos recursos estaduais e federais, mas esquecida em vários outros pontos primordiais para que possamos gozar do que chamamos qualidade de vida.

Bicas já teve um escritório da Cemig e um da Telemar. Já teve uma gerência da Copasa. Já teve o comando de uma companhia de Polícia Militar que foi transferido para São João Nepomuceno. Já teve delegado de Polícia Civil que morava na cidade. Já teve juiz que morava na cidade. Já teve ilustres representantes na Câmara Federal e na Assembléia Legislativa que resolviam as prioridades do município, e hoje sua representatividade é pífia, com exceções na área da saúde, onde não podemos negar, temos tido bastante apoio do secretário de Estado da Saúde.

Nossos vizinhos e até mesmo os próprios moradores começam a chamar a cidade pela alcunha de “já teve”. E não é sem razão pelos motivos já expostos, e agora vivemos uma situação inusitada de acefalia legal. Mês de agosto é realmente atípico na cidade. Nossa juíza titular da comarca está de licença maternidade sei lá por quantos meses. Nosso promotor entrou de férias, e deixaram respondendo pela comarca o juiz e promotora de Mar de Espanha que também é sede de comarca e tem lá seus milhares de afazeres para nos dar a atenção merecida e desejada. Na Polícia Civil, a delegada não reside na cidade e tem seus horários de atendimento bastante exíguos, quando vem.

Os policiais não dispõem de um veículo para cumprir suas tarefas investigativas e agora conseguiram que o juiz liberasse um veículo apreendido que é dirigido por um empregado da Prefeitura de Guarará que exerce a função de carcereiro, cujo cargo encontra-se vago porque Bicas já teve carcereiro. A Polícia Militar, com o pequeno contingente, vem mantendo a lei e a ordem na medida do possível, sob o comando de um subtenente presente 24 horas por dia para atendimento à população, mas por questões burocráticas da própria PM, subordinado ao 21º Batalhão de Polícia Militar em Ubá. Lembrem-se, estamos há 30km de Juiz de Fora, se precisarmos de reforços para qualquer eventualidade, consultas médicas para os policiais, estes têm que se deslocar 150km, com gasolina fornecida pelo município, até Ubá, cujas questões, até mesmo culturais, nada têm com Bicas que é ligada por um cordão umbilical a Juiz de Fora, onde nossos filhos estudam, onde fazemos compras até de supermercado.

Continuo achando que Bicas é a melhor cidade do mundo para se educar uma família. Temos, ainda, com todo o descaso das autoridades e dos políticos, a melhor qualidade de vida da região, mas já está na hora de se tomar alguma providência para que isso não sofra com a interiorização da criminalidade, um fato inegável, diante das dificuldades que estamos passando, sejam na área do judiciário ou da segurança pública.
Deusdet de Paula Rodrigues
Jornalista – ABI-1858 / deusdetrodrigues@yahoo.com.br

Coluna nº 202

Atualização quinzenal

CONVITE
Recebi o seguinte convite…

A “Feijoada Cesar Romero” – em 2007 denominada de “Feijoada do Pan” – chega ao seu 15º ano de sucesso com a participação de 1.700 convidados. O evento, incluído, por lei municipal, no calendário oficial das festividades do aniversário de Juiz de Fora, será realizado dia 2 de junho, entre 13h e 20h, no La Rocca Espaço de Eventos (Avenida Deusdedith Salgado).

Como nos anos anteriores, a feijoada reúne gerações e altas personalidades sociais, empresariais, políticas e intelectuais de Juiz de Fora, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília.

Esta promoção da coluna já se tornou referência na região e até mesmo em Minas. Diante disso, ficaríamos satisfeitos com sua presença, que a tornará ainda mais especial.

Acesse: www.rosanaamaral.com.br

NO TJMG
Honório de Oliveira (prefeito), Maria Cristina de Souza Trúlio (juíza da Comarca), Jorge Luiz Ribeiro (presidente da Câmara), Joelma Schettino Pereira (vereadora), Neuza Maria Coelho (presidente da 5ª Subseção da OAB) e Luiz Fernando Valadão (diretor –financeiro da 5ª Subseção da OAB) estiveram em BH.

No Tribunal de Justiça de Minas Gerais, tendo como cicerone o desembargador Alberto Aloísio P. Andrade, grande incentivador do projeto, a comitiva biquense conversou com o presidente Orlando Adão de Carvalho a respeito da necessidade urgente de se iniciar as obras de construção do novo prédio do Fórum Desembargador Bianco Filho.

“PEIXE VIVO”
Está em andamento na cidade o Programa Municipal de Incentivo à Produção Familiar de Alimentos, por enquanto destinado à criação de peixes (Programa Peixe Vivo).

No Pesque e Pague Pantanal aconteceram duas palestras destinadas a produtores rurais e autoridades, onde o prefeito Honório de Oliveira ressaltou a importância de se realizar o empreendimento, salientando sobre o valor protéico do pescado na alimentação, aliado à disponibilidade de água na região para o cultivo da piscicultura.

A prefeitura, antenada às necessidades do meio rural, buscou assistência técnica, por meio da Emater. Juntas, ajudam a melhorar a qualidade de vida da comunidade.

E-MAIL
A amiga Eline Lhamas manda e-mail de Belém do Pará, onde mora, há oito anos, dizendo que só agora, através do Cesar Romero, tomou conhecimento da Coluna e promete ser leitora assídua.

Beijo pra você, Eline!

FORMATURA
Mário Peron de Oliveira, filho de Judith Mendes Peron de Oliveira e Gilmar Gomes de Oliveira, formou-se em Informática, pelo Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora.

COZINHA
Graças às doações dos biquenses, os idosos do Lar Cristão Paulo de Tarso estão desfrutando das novas dependências da cozinha e do refeitório.

Ana Carolina Varanda Campos brindou 15 anos, no Sport Club Biquense, dia 19 de maio. A gata é filha de Aninha Varanda e Danilo Campos. Pra completar a comemoração, a linda vai passear na Disneyworld, em julho.

 

 

 

 

 

 

 

HELP
São decorridos 17 anos quando Waldir de Oliveira (Valdirinho) e a esposa Magali Fávero Oliveira, prestigiando a vocação do filho William, de apenas 14 anos de idade, reuniram em sua casa um grupo de jovens e fundaram a Banda Help de shows e bailes, sem imaginar o sucesso que ela alcançaria através dos anos.

Do grupo inicial, só permaneceram na banda o maestro William Fávero Oliveira e a prima Loanda Fávero, uma excelente crooner. O êxito acontecendo e o equipamento eletrônico sempre sendo modernizado, permitiram à Banda Help ter uma excelente estrutura e conquistar o prestígio que hoje desfruta.

Atualmente a Banda tem um confortável ônibus, um empresário sério e já se apresentou nas melhores cidades da Zona da Mata, Zona das Vertentes, Vale do Rio Doce, Sul de Minas, Triângulo Mineiro e ultrapassando as fronteiras das Gerais, se tornou conhecida nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e no interior de São Paulo.

Agora a Help acaba de conquistar o Rio de Janeiro se exibindo em luxuoso clube da Barra da Tijuca num casamento VIP. O sucesso da Banda Help está na perseverança e na vocação artística de seu elenco sem esquecer a tradição musical de Pequeri. Aí está a resposta ao leitor Armando Costa, de Duque de Caxias, que a assistiu em Três Rios e Petrópolis, assim se expressando a este colunista:

- É admirável um lugar pequeno como Pequeri ter uma Banda de shows e bailes tão bacana como a Help, capaz de competir com o que há de melhor no país! Simplesmente espetacular!
Fonte: jornal O Município – Júlio C. Vanni

No dia 19 de maio, Geandro de Oliveira Assis (filho de Teresinha de Oliveira Assis e Franesio Gomes da Silva) e Areane Gomes Afonso de Oliveira (filha de Claudia e Geremias Afonso) comemoram casamento no Pallazzo Di Fiori. Na foto, o casal, ao entrar no salão, são saudados pelos convidados.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CORREIO ELETRÔNICO
Prezado Colega Zé Arnaldo

Parabéns por seu site… sou de Juiz de Fora e moro há 10 anos no Espírito Santo, onde sou jornalista, publicitário e tenho uma coluna no jornal A Gazeta, cobrindo a Sociedade.

Tenho também um blog www.sociedadesul.uniblog.com.br.

Agora, tenho como matar mais saudades de Juiz de Fora e região, através do seu site.
Abraços e todo o sucesso do mundo.

Atenciosamente
Ramon Barros

VIAGENS POR NOSSAS MINAS GERAIS
Primeira Parte

Quando gozava de total LIBERDADE e contava com o pseudo PATROCÍNIO – da PERDIGÃO e DO MURIAÉ – viajava muito. Não havia FRONTEIRA. Qualquer COMERCINHO ou casa de LUZ vermelha era atração.

Nessa época empreendi mais de uma VOLTA GRANDE, a longos PASSOS, por todo o ENTRE RIOS DE MINAS e pelos CAMPOS GERAIS.

Inda criança fazia de PIRAPETINGA o prolongamento do terreiro; ITAMARATI, pela usina, um ponto logo ali; MARIPÁ e GUARARÁ, um pouco mais prá cá; MURIAÉ com boas festas, com muita mulher bonita e de BOA FAMÍLIA era parada certa; MIRADOURO, um espelho de cidade é terra boa de se ver; CARANGOLA, na região do DIVINO, disputava com CARATINGA a colheita de INHAPIM.

Seguindo a ESTRELA DALVA e a DO SUL, visitei a feira de zebu em UBERLÂNDIA; recuperei as energias nas águas medicinais de ARAXÁ e na água brilhante de UBERABA; e, fui conhecer a Dona Beja em ARAGUARI.

Jovem, com a força de TRÊS CORAÇÕES e a ânsia por CONQUISTA, não escolhia RIO MANSO. Nadei RIO ACIMA, limpei o RIO CASCA, alcancei o ALTO RIO DOCE, desci o RIO PRETO e, no ALÉM PARAÍBA avistei o MAR DE ESPANHA e imaginei-me em IPANEMA. Na beira desse mar ouvi Dorival Caymi, na varanda da sua casa em PEQUERI, implorar aos céus mais chuvas prá vizinha SANTANA DO DESERTO.

Encontrei pelo caminho o SENADOR CORTES, o SENADOR JOSÉ BENTO e o SENADOR FIRMINO às gargalhadas com as notícias do senado de BRASÍLIA (DE MINAS).

Procurei no DESEMBOQUE do RIO PARDO, encurtar a BARRA LONGA, para encontrar no CASCALHO RICO muito ouro (OURO FINO, OURO BRANCO, OURO PRETO, OURO VELHO) e o minério de FERROS que é a grande FORTUNA DE MINAS.

Namorei as TRÊS MARIAS e num CURVELO do grande rio aportei em PIRAPORA. Tomei leite no CURRALINHO e pela VÁRZEA DA PALMA cheguei até CORINTO. Colhi MANGA e PEQUI no pomar de JANUÁRIA, vendo o “Velho Xico” se bandear lá prá Bahia.

Numa ÁGUA COMPRIDA que vem dos MONTES CLAROS (o “moc” prá quem é da terra) e desce dum ROCHEDO DE MINAS, vi formar a CACHOEIRA DA PRATA e uma outra CACHOEIRA DE MINAS.

Passei por ROÇA GRANDE, avistei SETE LAGOAS (LAGOA BONITA, LAGOA DOURADA, LAGOA DOS PATOS, LAGOA DA PRATA, LAGOA FORMOSA, LAGOA SANTA e LAGOA DA TRINDADE) e um POÇO FUNDO, perto de POÇOS DE CALDAS e de CALDAS que fica ali do lado.

Certa vez, no ABRE CAMPO me fecharam a PORTEIRINHA com um trinco de TRÊS PONTAS. Apelei para a diplomacia do VISCONDE DO RIO BRANCO e nem assim se desfez a tal CRUZÍLIA. Dependente das MERCÊS dos meus algozes, paciência na EXTREMA, apelei pro CONSELHEIRO LAFAIETE na BOA ESPERANÇA desse conselheiro vir a PENA. Mas foram homens GUARANI e AIMORÉS que apontaram-me a saída pelo caminho de TOCANTINS até VIÇOSA.

Por uma PONTE NOVA no RIO POMBA, muito acima da LAGE DO MURIAÉ, tomei chá em ERVÁLIA fazendo fé num BOM REPOUSO – em POUSO ALTO ou POUSO ALEGRE. Em MIRAÍ, alegrou-me sentir “saudades da professorinha…. do Ataulfo Alves.” Mais adiante azedou-me o suco o LARANJAL. Atirei na CACHOEIRA DA PRATA a MOEDA (uma MEIA PATACA) que recebi em CATAGUASES.

Ali, agradou-me uma CHÁCARA no MATO VERDE, com CHALÉ e LUMINÁRIAS em meio a enorme COQUEIRAL. No PORTO FIRME pretendi construir MORADA NOVA mas faltou material na OLARIA. Disse-me o pedreiro que só havia PEDRA AZUL, PEDRA DO ANTA, PEDRA DO INDAIÁ, PEDRA DOURADA, PEDRA GRANDE e pedra de argila (ARGIRITA) que não se prestam à construção. (Continua na próxima edição)
José Luiz Machado Rodrigues

Acesse: www.radioalternativafm.com

O paradesportista biquense Alexandre Ank, que vai ser um dos representantes do Brasil nos Jogos Parapan-Americanos, e seus pais, Elizabeth Macieira Ank e Ney Rocha Ank.

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