Arquivo da categoria ‘Notícias’.

Casamento

Caroline (filha de Helenice Oliveira Croce Paiva e Hélio Croce Paiva) e Rodrigo (filho de Rita de Cássia Habib Pacca e Renato Pires de Oliveira), residentes em Niterói, RJ, casaram-se na Paróquia Santa Margarida Maria, Lagoa, Rio de Janeiro.

A recepção foi na Sociedade Hípica Brasileira.

Rodrigo e Caroline

O casal e os pais da noiva

10 anos
Em Bicas, o representante da Rede Opa (Supermercado Santa Izabel) fez festa de confraternização de fim de ano e aproveitou o agito para brindar 10 anos de atividades.

Abalando geral, fechou o Rancho Paradela, chamou o Grupo Eterno Aprendiz e botou na mesa as delícias do Toscana Buffet.

Rafael Mattos, Enzo, Isabella, Amabille Brilhante, Maria Raphaela, Luizinho Sales, Christine Mattos, Mateus, Clarice

Os funcionários da rede

Isabella, Amabille, Rafael, Joel (funcionario homenageado), Roselene (funcionaria homenageada), Luizinho e Christine

Amabigi é premiada

A Agência do Bem (www.agenciadobem.org.br) lançou pro ar o resultado do I Edital de Micro Projetos por ela elaborado.

No caminhar e no final da parada, 56 organizações preencheram inscrições, mas, apenas 5 foram contempladas: 2 do Rio de Janeiro (Reviver e Apacojum), 2 da Baixada Fluminense (Casa do Menor Miguel Arcanjo e Instituto SOS Reviver) e 1 de Minas Gerais (Associação Mário Bianco Giannini, de Bicas).

O comitê de seleção só decidiu pós realizar criteriosa triagem, com visitas in loco e tal… O conjunto das propostas, a legitimidade e a qualidade no trabalho social pesaram.

Marcar texto para o seguinte: Valéria Farhat Giannini é a presidente da Amabigi.

Com tudo em cima, a agência rebocou todos para o evento de premiação no Teatro dos Grandes Atores, na Barra da Tijuca, no Rio.

Tereza Cristina Soares (coordenadora da Amabigi) compareceu para receber o Certificado de Premiação

Chico Xavier
“Se o momento é de crise, não te perturbes, segue… Serve e ora, esperando que suceda o melhor. Queixas, gritos e mágoas são golpes em ti mesmo. Silencia e abençoa, a verdade tem voz.”

Na Zona da Mata Mineira, o queijo caseiro fascina os visitantes

O queijo artesanal está em quase todos os lugares: nas pequenas padarias, às margens das estradas, nas feiras e onde mais se possa imaginar.

Em outras regiões, este tipo de queijo também é conhecido como “frescal”, “verde” ou “caipira”/Ariosto Mesquita

No alto da Serra do Ronca, no município de Descoberto, MG (338 km de Belo Horizonte, o pequeno produtor Gilson José de Paula acorda cedo diariamente para ordenhar suas quatro vaquinhas no Sítio Bela Vista e iniciar uma rotina que lhe dá um rendimento.

Com uma média de 28 litros de leite ele prepara até oito queijos de aproximadamente 700 gramas cada um, que são vendidos por ele na área urbana da pequena cidade mineira, distante cinco quilômetros dali. Em muitas das vezes ele nem precisa sair do sítio. “Vem gente de São Paulo, Rio de Janeiro, Petrópolis e de Juiz de Fora para comprar comigo”, revela.

Como ele, inúmeras famílias da Zona da Mata mineira também apostam no queijo fresquinho, feito em casa ou nas pequenas chácaras, para fascinar turistas, viajantes e ex-moradoras da região que visitam parentes durante as férias de fim de ano. Nesta época, o preço do leite sempre cai em função do período de safra e a saída é agregar valor utilizando o produto para fazer queijos e demais derivados.

Em outras regiões, este tipo de queijo também é conhecido como “frescal”, “verde” ou “caipira”, mas em nenhum outro lugar é tão disputado e venerado como nesta parte de Minas, sobretudo pela sua proximidade com grandes centros consumidores brasileiros. Com algumas horas de viagem se está em Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro ou São Paulo. Talvez apenas dois outros produtos regionais se aproximam em charme e demanda: a linguiça e a cachaça.

Quem circula pelas cidadezinhas da Zona da Mata – mesorregião mineira que faz divisa com o Estado do Rio de Janeiro e com o sul do Espírito Santo – invariavelmente percebe que o cheiro do queijo fresco paira no ar. Se não houver aroma, a visão não deixa escapar. O queijo artesanal está em quase todos os lugares: nas pequenas padarias, às margens das estradas, no boteco da esquina, nas feiras, mercados e onde mais se possa imaginar. É difícil encontrar quem mora na roça e não faz queijo. E muito menos quem não o coma.

“Seu” Gilson, de Descoberto, trata seu produto final como uma verdadeira preciosidade: “meus queijos são famosos mesmo!” Ele vende cada peça de aproximadamente 700 gramas por R$ 7,00, mas não tem a mínima ideia do seu custo de produção. Com o rosto calejado e marcado por anos de lida pesada no campo, “seu” Gilson é aposentado como trabalhador rural e, aos 65 anos, produz seus queijos para complementar a renda e dar um pouco mais de conforto para ele e sua mulher. Experiência não falta. “Faço queijo desde menino”, garante, enquanto retira o soro do leite no coalho, nos fundos de sua casinha, ao lado do fogão de lenha.

Mas fazer este trabalho no alto da serra tem seus percalços. O fato de não ter ideia do seu custo de produção acontece, em parte, por isso. “Dia desses uma vaca rolou do barranco e se machucou toda, uma outra torceu a pata em um buraco de tatu e agora minha mulher caiu e quebrou a bacia (*); estou tendo de fazer queijo sozinho”, conta “seu” Gilson através de um incontido e harmônico “mineirês”.

A receita ele não dá, mas garante que os ingredientes para um bom queijo fresco artesanal são quatro: leite, coalho, sal e asseio. Sobre o último item ele explica: “tudo aqui tem de estar muito limpinho; os panos que uso pra coar são todos branquinhos”. Ele ainda conta um “segredo” para o acondicionamento na geladeira: “tem de virar o lado do queijo fresco diariamente para manter a qualidade”.

Mais artesanal e caseira do que a pequena produção de Alice Fernandes Duarte é praticamente impossível. Moradora no povoado de Taruaçu, distrito de São João Nepomuceno (310 km de Belo Horizonte), ela levou a reportagem para a cozinha de sua casa onde diariamente prepara seus queijos. O leite vem da fazenda da família, distante quatro quilômetros. Com quatro ou cinco litros, faz um queijo por dia. “Sempre levo para a minha irmã que mora em São João e dou também para a minha outra irmã de Brasília quando vem me visitar”, conta.

Aposentada há seis anos como doméstica, dona Alice vende esporadicamente seus queijos, mas não os faz com este objetivo. “Vendo a forma por R$ 4,50 ou R$ 5,00, mas nem peso; no final ganho só um pouquinho, nem chega a R$1,00 por unidade”, conta. Esta atividade, para ela, serve como uma ocupação e até como um passatempo diante da rotina do povoado. “É mais uma coisinha que faço em minha vida”, diz.

Em escala sensivelmente maior está a produção artesanal do pecuarista Ewerton do Amaral Jardim Júnior, mais conhecido como Juninho. Com um rebanho de 35 cabeças, usa todos os 160 litros diários de leite na fabricação dos queijos fresco, bolinha, mussarela, cavalo e ricota. No entanto, garante: “de 70% a 80% de nossa demanda é pelo queijo frescal”.

Para isso, ele reserva cinco dias da semana exclusivamente para a sua produção, que é feita na fazenda da família, próximo da Comunidade dos Machados em Bicas, MG (285 km da Capital).

Em média, consegue produzir 1.000 peças/mês e garante que até 30% tem como destino o Rio de Janeiro. “Vendo uma média de 300 formas ao mês para os cariocas, o restante comercializo aqui mesmo na região”, explica. A um custo de aproximadamente R$ 2,50 por unidade (com o litro do leite pago ao produtor na faixa dos R$ 0,50 na safra), Juninho vende a peça de 750 gramas por R$ 5,00. Na pequena feira, no centro de Bicas, nas manhãs de sábado, ele praticamente zera o estoque. “Se eu não fizesse queijo já tinha largado a fazenda. Quem só vende leite está apertado”, comenta.

Fonte: Ariosto Mesquita

Em Bicas, MG

Sarau do Elitte

O Colégio Elitte promoveu seu III Sarau com o tema “O Município”. O acontecimento cultural foi praticado no Cine Teatro Fama, onde o fundador, os diretores, a família Veiga e os colaboradores do jornal receberam homenagens.

Mariluce Teixeira Archanjo (diretora da instituição) realizou os trabalhos protocolares valorizando a cantada dos hinos Nacional e do Elitte.

Por meio de um vídeo, Izabela (professora de história) e os alunos do 7o ano desenvolveram o histórico do periódico.

A canção “Amigo”, de Roberto Carlos, foi interpretada pelos alunos do 9o ano, enquanto os estudantes do 6o apresentaram a fundamental importância do bacharel José Maria Veiga como diretor da publicação.

José Maria Machado Veiga (diretor), Carlos Augusto Machado Veiga, dona Conceição Machado Veiga (família), Nelson de Sousa Ramos (saudoso colaborador), Chicre Farhat, Julio C. Vanni, Amílcar Monteiro Rebouças, José Carlos de Azevedo Penchel e Zé Arnaldo (colaboradores) receberam “vivas” por intermédio de recitação, musicais e teatralização.

In fine, emocionado, Carlos Augusto agradeceu em nome de “O Municipio”, aproveitando o embalo cívico para convidar a todos para as comemorações dos 100 anos do jornal, em 2015.

"Carinhoso", de Pixinguinha, em homenagem à dona Conceição Machado Veiga

Tributo ao colunista Julio C. Vanni

Serginho, do Fazendo Arte, interpretou sambas em homenagem ao colunista Zé Arnaldo

Diretora e professores do colégio

Dulce Archanjo, Mariluce, Aparecida Faria, dona Conceição e Ana Veiga

Ao lado de Mariluce, Carlos Augusto em seu pronunciamento

Fotos: Amarildo Mayrink

Fórum de Comunicação

Aline

Em JF, os dias 5, 6 e 7 de dezembro vão proporcionar situação para o desenrolar do “5º Fórum de Comunicação da Casa Do Pequeno Artista” com a presença de figuras assinaladas do meio.

A locutora da Rádio Solar (JF) e da Rádio Alternativa (Bicas), Aline Mota, foi convidada (e aceitou, claro) a participar do encontro programado para acontecer no Centro Cultural Bernardo Mascarenhas.

Solidariedade

Marquinhos

Marquinhos Cabeleireiro encabeça festa de Natal para 698 crianças biquenses, dia 16 de dezembro.

Como esse tipo de iniciativa da alma não anda sem a materialidade, a organização está precisando de brinquedo, bala, pirulito, refrigerante, carne moída e pão.

Para ajudar o telefone é o 3271-1968.

Falar assim é dizer que é por essas e outras que Marco Antonio de Mattos vai receber da Câmara Municipal de Bicas o título de Cidadão Benemérito, dia 07 de dezembro.

Imigração francesa

A palestra “Imigração francesa em Bicas e Região” rolou macia para alunos e professores do Ensino Fundamental do Colégio Copeb… Assim, a moçada se aprofundou no projeto perene da escola denominado “Imigrante em Bicas”, que visa transmitir aos alunos o conhecimento sobre o passado histórico do município.

Sublinhe-se, na conversa amena, a importância da economia cafeeira como mola propulsora do desenvolvimento e a forte marca na demografia, cultura e economia, oriunda dos imigrantes que pintaram na circunferência biquense.

A preleção, aplicada pela psicóloga, pesquisadora e escritora, Marly Mayrink, cumpriu o importante papel de lançar uma semente de interesse pela história de Bicas, primeiro passo para uma conscientização e tomada de atitudes para resgatar elementos do passado e configurar o futuro da cidade com mais responsabilidade.

Rita Fonseca (diretora), Giovana Garcia Bolotari (professora), Marly Mayrink (palestrante) e Mônica Rossi (presidente)

Alunos e Marly

Complementando

Na nota do dia 22/11/2012, que listou, em primeiríssima mão, os nomes dos assessores diretos do prefeito eleito de Bicas, dr. Magela, não constou, por “falha nossa”, os nomes de Paulo José Marciano, o Patinho (secretário de Obras) e Simone Retto Grunewald de Oliveira (Controladoria Interna).

8.1

Aurelino Nunes Coelho (Leco), de camisa azul, comemorou 81 anos cercado pelo carinho da sua esposa, filha, sobrinhos e amigos

8.8
Os 8 filhos, noras, genros, 24 netos, 11 bisnetos e as amigas da melhor idade compareceram para comemorar os 88 anos da Dona Dalva Ramos, dia 09 de novembro.

Pra ilustrar, é dizer mais… A aniversariante nasceu em Mar de Espanha, mas se mudou ainda menina para Bicas, casando-se, aos 16 anos, com o saudoso professor Nelson Ramos. A união durou 63 anos.

Augusto Cury
“Um ladrão rouba um tesouro, mas não furta a inteligência. Uma crise destrói uma herança, mas não uma profissão. Não importa se você não tem dinheiro, você é uma pessoa rica, pois possui o maior de todos os capitais: a sua inteligência. Invista nela. Estude!”

Nascimento

Nasceu em Bicas o Bernardo, filho de Hélia de Jorge Oliveira Bordoni e Marcelo Ferreira Bordoni.

Bernardo Oliveira Bordoni

O bambino é o primeiro netinho de Terezinha Dalva de Jorge Oliveira e Hélio Souza de Oliveira… Regina Lúcia Ferreira Bordoni e Ederval Luiz Bordoni (Vaval).

Nascimento I
Nasceu em São Paulo o Danilo, filho de Marycelle Bertelli Berber e Felipe Berber.

Danilo Bertelli Berber

O bebê é neto de Célia e Mário Lúcio Bertelli… Terezinha de Fátima Almeida Berber e Carlos Berber.

Selo

Alunos da EM Professor Nelson Ramos, Sônia Alves Farias Dias (professora), Alessandra Teixeira de Souza (diretora) e Sílvia Donnarumma Veiga Clemente (professora) nos Correios de JF participando das oficinas “O Mundo Encantado do Selo”

Congresso

Durou 2 dias, 21 e 22 de novembro, o 5º Congresso Mineiro de Prefeitos Eleitos. O espetáculo, realizado pela Associação Mineira de Municípios (AMM), sempre tem o objetivo de apresentar aos novos gestores o cenário em que estarão inseridos, a partir de janeiro de 2013.

A moral contou com a presença de mais de 1500 participantes, entre prefeitos, novos prefeitos, vereadores, servidores e tal. Antônio Anastasia, o governador de Minas, participou da estada.

A assessora do prefeito eleito de Guarará, Amanda Meneguelli Fernandes, viveu atentamente a situação, não resistiu, e falou…

Fala aí, Amanda!

“Dois dias de cursos e palestras que me fizeram ter ainda mais certeza que os nossos prefeito e vice estão no caminho certo e farão uma administração eficiente e transparente, com a nomeação de secretários técnicos e investimento para a capacitação do efetivo.”

Dão, Amanda e André no 5º Congresso Mineiro de Prefeitos Eleitos

Arquivos
Categorias