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Fórum de Comunicação

Aline

Em JF, os dias 5, 6 e 7 de dezembro vão proporcionar situação para o desenrolar do “5º Fórum de Comunicação da Casa Do Pequeno Artista” com a presença de figuras assinaladas do meio.

A locutora da Rádio Solar (JF) e da Rádio Alternativa (Bicas), Aline Mota, foi convidada (e aceitou, claro) a participar do encontro programado para acontecer no Centro Cultural Bernardo Mascarenhas.

Solidariedade

Marquinhos

Marquinhos Cabeleireiro encabeça festa de Natal para 698 crianças biquenses, dia 16 de dezembro.

Como esse tipo de iniciativa da alma não anda sem a materialidade, a organização está precisando de brinquedo, bala, pirulito, refrigerante, carne moída e pão.

Para ajudar o telefone é o 3271-1968.

Falar assim é dizer que é por essas e outras que Marco Antonio de Mattos vai receber da Câmara Municipal de Bicas o título de Cidadão Benemérito, dia 07 de dezembro.

Imigração francesa

A palestra “Imigração francesa em Bicas e Região” rolou macia para alunos e professores do Ensino Fundamental do Colégio Copeb… Assim, a moçada se aprofundou no projeto perene da escola denominado “Imigrante em Bicas”, que visa transmitir aos alunos o conhecimento sobre o passado histórico do município.

Sublinhe-se, na conversa amena, a importância da economia cafeeira como mola propulsora do desenvolvimento e a forte marca na demografia, cultura e economia, oriunda dos imigrantes que pintaram na circunferência biquense.

A preleção, aplicada pela psicóloga, pesquisadora e escritora, Marly Mayrink, cumpriu o importante papel de lançar uma semente de interesse pela história de Bicas, primeiro passo para uma conscientização e tomada de atitudes para resgatar elementos do passado e configurar o futuro da cidade com mais responsabilidade.

Rita Fonseca (diretora), Giovana Garcia Bolotari (professora), Marly Mayrink (palestrante) e Mônica Rossi (presidente)

Alunos e Marly

Complementando

Na nota do dia 22/11/2012, que listou, em primeiríssima mão, os nomes dos assessores diretos do prefeito eleito de Bicas, dr. Magela, não constou, por “falha nossa”, os nomes de Paulo José Marciano, o Patinho (secretário de Obras) e Simone Retto Grunewald de Oliveira (Controladoria Interna).

8.1

Aurelino Nunes Coelho (Leco), de camisa azul, comemorou 81 anos cercado pelo carinho da sua esposa, filha, sobrinhos e amigos

8.8
Os 8 filhos, noras, genros, 24 netos, 11 bisnetos e as amigas da melhor idade compareceram para comemorar os 88 anos da Dona Dalva Ramos, dia 09 de novembro.

Pra ilustrar, é dizer mais… A aniversariante nasceu em Mar de Espanha, mas se mudou ainda menina para Bicas, casando-se, aos 16 anos, com o saudoso professor Nelson Ramos. A união durou 63 anos.

Augusto Cury
“Um ladrão rouba um tesouro, mas não furta a inteligência. Uma crise destrói uma herança, mas não uma profissão. Não importa se você não tem dinheiro, você é uma pessoa rica, pois possui o maior de todos os capitais: a sua inteligência. Invista nela. Estude!”

Nascimento

Nasceu em Bicas o Bernardo, filho de Hélia de Jorge Oliveira Bordoni e Marcelo Ferreira Bordoni.

Bernardo Oliveira Bordoni

O bambino é o primeiro netinho de Terezinha Dalva de Jorge Oliveira e Hélio Souza de Oliveira… Regina Lúcia Ferreira Bordoni e Ederval Luiz Bordoni (Vaval).

Nascimento I
Nasceu em São Paulo o Danilo, filho de Marycelle Bertelli Berber e Felipe Berber.

Danilo Bertelli Berber

O bebê é neto de Célia e Mário Lúcio Bertelli… Terezinha de Fátima Almeida Berber e Carlos Berber.

Selo

Alunos da EM Professor Nelson Ramos, Sônia Alves Farias Dias (professora), Alessandra Teixeira de Souza (diretora) e Sílvia Donnarumma Veiga Clemente (professora) nos Correios de JF participando das oficinas “O Mundo Encantado do Selo”

Congresso

Durou 2 dias, 21 e 22 de novembro, o 5º Congresso Mineiro de Prefeitos Eleitos. O espetáculo, realizado pela Associação Mineira de Municípios (AMM), sempre tem o objetivo de apresentar aos novos gestores o cenário em que estarão inseridos, a partir de janeiro de 2013.

A moral contou com a presença de mais de 1500 participantes, entre prefeitos, novos prefeitos, vereadores, servidores e tal. Antônio Anastasia, o governador de Minas, participou da estada.

A assessora do prefeito eleito de Guarará, Amanda Meneguelli Fernandes, viveu atentamente a situação, não resistiu, e falou…

Fala aí, Amanda!

“Dois dias de cursos e palestras que me fizeram ter ainda mais certeza que os nossos prefeito e vice estão no caminho certo e farão uma administração eficiente e transparente, com a nomeação de secretários técnicos e investimento para a capacitação do efetivo.”

Dão, Amanda e André no 5º Congresso Mineiro de Prefeitos Eleitos

Primeiro escalão

O prefeito eleito dr. Magela definiu o secretariado que irá lhe ajudar a comandar o destino de Bicas, e a CZA diz os nomes em primeiríssima mão.

Liliane Cerqueira (Administração e Planejamento).

Max Neves (Assistência Social, Trabalho e Habitação).

Magela Vieira Matos (Cultura, Esporte e Lazer).

Fernanda Silva (Desenvolvimento Econômico e Turismo).

Leda Márcia Fonseca Rossi (Educação).

Maria de Fátima Mazzoco (Fazenda).

Léa Castro (Governo).

Marina Lobo (Meio Ambiente).

Vânia Garcia de Resende (Saúde).

Dilciene Minatelli (Procuradoria Geral).

Fala aí, Geisa!

“Reportagem simpática e correta sobre minha trajetória. A ótima jornalista se preocupou em escrever o que eu falei, respeitando todos os envolvidos. Obrigada pelo texto verdadeiro e despretensioso, que só conta minha história e ponto.”

Um sopro de harmonia

Geisa Felipe

Depois de sete anos na Alemanha, flautista da OSB volta ao Brasil e escolhe viver na Barra

Quem olha para a jovem mulher, prestes a completar 34 anos (no próximo dia 1º), delicada, com jeito simples e sempre com sorriso no rosto não imagina que está diante de uma das grandes flautistas brasileiras da atualidade. A moradora da Barra Geisa Felipe, integrante da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) desde julho de 2011 — onde ocupa um dos postos de primeira flauta solista (na OSB são duas primeiras flautas solistas), acaba de voltar da Alemanha, onde recebeu o diploma de solista, estudou e trabalhou durante sete anos.

— Foi uma experiência maravilhosa, mas meu primeiro ano por lá foi difícil. Morria de saudades. Passei por muitas coisas e aprendi bastante. No começo, tive que me virar, fiz faxina e trabalhei em quitandas, até conseguir dar aula mesmo — lembra Geisa.

Filha da artesã, Leila Cerqueira Felipe, e de Geraldo Felipe, um dos chefes de faturamento da extinta Rede Manchete, Geisa nunca teve muito contato com a música, principalmente a clássica. Nascida e criada em Bonsucesso, na Zona Norte, ela ingressou no mundo da música com apenas 10 anos.

— Quando levava minha filha mais velha, a Geila (que tem quatro anos a mais do que Geisa), para as aulas de música na UFRJ, não tinha com quem deixar a Geisa e a levava comigo. Para entretê-la, eu comprava aqueles chocolates em forma de cigarrinhos e ela ficava comendo e fingindo que eram pequenas flautas, para imitar a irmã tocando. Quando ela fez 10 anos, levei-a para fazer o teste da Escola de Música e logo que saiu da sala, ela já tinha certeza que tinha passado — conta Leila.

Na Escola de Música da UFRJ, a menina começou a se destacar e um dia, por acaso, chamou a atenção de Celso Woltzenlogel — um dos grandes flautistas do país, responsável pelo método ilustrado de flauta.

— Sempre digo que não fui eu que escolhi a flauta, foi ela que me escolheu, porque foi realmente muito por acaso. Um dia, eu estava tocando, meio que de bobeira, sentada numa escada da escola, quando o Celso passou, escutou o som, virou a cabeça para o lado e me chamou para um teste. Eu tocava flauta doce e ele perguntou se eu gostaria de fazer um teste para flauta transversa. Fui com ele e a minha mãe para uma sala, onde Celso me deu uma parte da flauta, porque o instrumento era muito grande e pesado e eu muito pequena. Ali, ele notou que eu tinha a embocadura necessária para o instrumento — lembra Geisa.

Woltzenlogel, seu descobridor e orientador, também se derrete em elogios à pupila.

— Falar sobre a Geisa é sempre uma alegria muito grande. Ela foi uma das alunas que mais me impressionaram, desde pequenininha. Conheci-a sentada numa escada, com uma flauta doce na mão. Pedi a ela que tocasse um tema qualquer e, tão logo terminou, convidei-a para vir até a minha sala. A partir daí, passei a orientá-la. Hoje ela é uma das flautistas mais respeitadas em nosso meio musical — comemora Woltzenlogel.

Aluna exemplar desde o ensino fundamental no Colégio Pio XI, a menina conciliou os estudos com os da Escola de Música da UFRJ durante 12 anos. Ela conseguiu dar conta das duas tarefas até mesmo na época em que fez concurso para ingressar no Colégio Pedro II, onde ficou em terceiro lugar na prova para cursar o 1º ano do ensino médio.

Mantendo sempre boas notas nos estudos e uma longa rotina de ensaios, mesmo durante as férias escolares, Geisa confessa que já fez muita birra.

— Sempre gostei de tocar, mas se falar que foi fácil é mentira. Muitas vezes queria sair com meus amigos e não podia porque tinha que ensaiar. Nas férias, viajávamos para Minas Gerais, pois a minha família é de lá, e quando estava no meio da diversão com outras crianças, minha mãe pedia para eu sair da piscina para estudar flauta. Chorei algumas vezes e lembro que fiz muitas malcriações típicas de uma menina que queria apenas brincar — confessa Geisa, entre risos.

A vida de Geisa foi sempre agitada. Paralelamente aos estudos, ensaios, apresentações em casamentos e em eventos, a jovem optou pela faculdade de Farmácia. Formada em 2002, também pela UFRJ, a artista chegou a trabalhar durante dois anos na área.

— Trabalhava em uma farmácia em Copacabana até uma amiga me chamar para trabalhar em outra no Centro, que ficava ao lado do Theatro Municipal. Muitas vezes, colegas músicos iam à farmácia e davam de cara comigo e não entendiam nada, mas era muito prático. No final do expediente, pendurava o jaleco, subia umas escadas, porque ficava no subsolo, e ia para o Municipal, que era literalmente ao lado. Trocava o jaleco pelo longo preto — diverte-se Geisa.

O jaleco foi substituído definitivamente pela roupa de apresentações quando ela foi para a Alemanha e, de 2004 a 2008, estudou com um dos mais renomados flautistas da atualidade, o professor Felix Renggli, na Escola Superior de Música de Freiburg. Até o presente momento, Geisa foi a única brasileira a ingressar na concorrida classe internacional do professor.

— Fiquei muito feliz por ter conseguido entrar na turma dele e ter representado meu país lá fora. Acho que consegui tudo que tenho hoje porque estudei muito e contei com o apoio de muitas pessoas. Além disso, tive uma excelente base de música aqui — orgulha-se.

Geisa Felipe recebeu diversos prêmios nacionais, como o I Nelson Freire-OSB, e representou o Brasil em concursos internacionais — foi a única brasileira convidada a participar do Concurso Jean-Pierre Rampal, em 2008, em Paris; e, do Aurèle Nicolet, em 2010, em Pequim. Em 2004, foi convidada a participar como professora e artista do VI Festival Internacional de Flautistas da Abraf, em Salvador; e deu aula de flauta na Musikschule Breisgau, na Alemanha. Em 2013, Geisa representará o Brasil em um encontro internacional de flautistas, na Venezuela, com a participação da Orquestra Sinfônica Simon Bolívar.

Fonte: O Globo – Barra – de 18/11/2012 – Repórter: Renata Leal

Casamento

Giselle (filha de Luciana Soares de Jorge e Paulo Cezar de Jorge) e Tiago (filho de Leila Maria Araújo Moutinho e Márcio José Ciscotto Moutinho) casaram-se na Igreja Matriz São José de Bicas.

A reunião festiva aconteceu no Palazzo di Fiori… Martha´s Buffet preparou os quitutes… Porto de Galinhas recebeu o casal em lua de mel.

O casal

O casal e os pais

Casamento I
Tatiana (filha de Solimar Alhadas Bastos e Laerte Bastos) e Felix (filho de Margarete Coutinho Rangel Miguta e Francisco Ricardo de Oliveira Miguta) casaram-se dia 20 de outubro na Igreja Santo Antônio, em Bicas.

A recepção foi no salão principal do Esporte Clube Biquense, igualmente, com Martha´s Buffet.

O casal

O casal e os pais

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