Arquivo agosto, 2007

Coluna nº 208

Atualização quinzenal

EM BRASÍLIA
Na noite de segunda-feira, 13 de agosto, tão logo deixou as dependências do Hotel Mercury, em Belo Horizonte, quando participaram de um seminário do PSDB, o prefeito Honório de Oliveira e o vice Amarildo Mayrink seguiram para Brasília.

Na terça, 14, tiveram agenda cheia na capital, assinando vários convênios. O primeiro foi com o ministro da Educação, Fernando Haddad. Os jamegões se destinaram ao Programa Caminho da Escola, que tem por objetivo renovar, ampliar e padronizar a frota de veículos de transporte escolar, com custos reduzidos, por intermédio do BNDES.

Depois de audiência com o ministro das Comunicações, Hélio Costa, para tratar de assuntos atinentes ao município, a dupla esteve nos ministérios da Saúde e Cultura, onde o prefeito assinou outras papeladas.

COMITIVA
Na comitiva do prefeito que viajou a BH para o seminário do PSDB “Modelo de Gestão – Um novo modelo” estavam: Denisy Durão (presidente do partido), Dirceu de Souza Ramos, Ary Sérgio Fernandes Alhadas, Milton Roberto Fernandes Alhadas, Maria Elizabeth Gouveia da Silva, Noé Fonseca, Emerson Agrelli e Rubens Mendes Araújo.

Uma salada pra ninguém botar defeito, o que não quer dizer que todos estejam afinados com o homem da batuta.

APROVAÇÃO
Os alunos do Colégio São José de Bicas, Leandro Moreira de Mattos e William Renato Ferreira Júnior, foram aprovados no vestibular do CTU (Colégio Técnico Universitário) da Universidade Federal de Juiz de Fora.

Aproveitar a nota para dizer que rola no CSJ um cursinho muito bem estruturado a fim de aprovar alunos para o próximo Concurso do Banco do Brasil. Quem se interessar ainda restam algumas vagas.

CASAMENTO
Fernanda Gonçalves de Castro (filha de Denise Mano Gonçalves e do deputado Sebastião Helvécio) e Diogo Belotti (filho de Maria Aparecida e Paulo Vieira Belotti) casaram-se no mês de julho, no Rio de Janeiro, mas, vão comemorar a união, com grande festa em Guarará, sexta-feira, dia 7 de setembro.

ARTE CARIOCA
A autora do livro “Quereres”, juiz-forana Luciane Fontes, abre espaço no mercado cultural do Rio de Janeiro. No dia 19 de agosto, na Domingueira Poética do Instituto Metodista Bennett, suas poesias foram encenadas e declamadas por Gibran Lamha e Lívia Gomes. Edson Leão (voz) e Danniel Goulart (violão) decoraram, com som nota 10, a tarde cultural.

Registrar que Gibran Lamha é filho de Andréa Retto Grunewald de Oliveira Lamha e José Sahb de Oliveira Lamha (Salim).

TUNING VIRTUAL
A aluna da 6ª série do Colégio São José do Instituto Vianna Júnior de Juiz de Fora, Isabela Rhodes de Paula, participou do concurso de Tuning Virtual da Revista Quatro Rodas, classificando o seu projeto entre os melhores apresentados para análise de especialistas.

O feito de Isabela fez com que um veículo da marca Chrysler 300 C ficasse completamente modificado.

O nome tuning originou-se da necessidade de se nomear as modificações internas e externas de um veículo feitas para melhorar a performance e o visual. Tuning significa afinar, adequar, sintonizar. O tuning automotivo nada mais é do que adequar os equipamentos ao veículo para suprir alguma falta de desempenho e esportividade.

Registrar que, no caso da estudante, tudo isso foi realizado virtualmente, atendendo ao regulamento da revista especializada.

LÁ E CÁ
Quem assumiu a gerência regional do Banco Indusval foi Francisco Galil. As segundas e terças, atua na matriz, na Torre do Rio Sul, e no restante da semana, em Juiz de Fora e Zona da Mata.
Fonte: jornal Tribuna de Minas – César Romero

JF RECONHECE FORÇA E TALENTO DE ANK
“Esse cara merece!” Do alto do caminhão do Corpo de Bombeiros, Alexandre Ank pode até não ter escutado, mas esta foi a frase mais repetida ao longo do passeio pelas ruas da cidade. Na manhã de ontem, os juizforanos puderam ver de perto as medalhas conquistadas pelo mesa-tenista durante os Jogos Parapan-Americanos. Além do bronze na disputa individual da classe 4-5, ele trouxe ouro na disputa por equipes. Na comemoração, preferiu agradecer a quem acreditou no esforço.

— Foi maravilhoso, devo isso a meus familiares, fisioterapeutas e médicos que me apoiaram. Os patrocinadores que acreditaram em mim no início e até os voluntários que atuaram na competição.

A mãe, Elisabeth Macieira Ank, lembra que o atleta ganhou até um apelido da torcida no Parapan.

— Foi maravilhoso. Assisti todos os jogos. O tempo todo a torcida gritava o nome dele; com as vitórias, passaram a chamá-lo carinhosamente de ‘Mineirinho’.

As conquistas poderiam marcar o ponto alto de uma carreira que começou em 2002. Mas, para o ano que vem, o desafio promete ser ainda maior. Com a vaga para as Paraolímpiadas de Pequim praticamente garantida, ele precisa se manter entre os 30 melhores da categoria para carimbar o passaporte. Atualmente, Ank é o 16º do mundo, mas será necessário apoio financeiro no custeio das disputas internacionais e continuar entre os grandes.

Ank jogava futebol e sonhava estudar Educação Física, quando um acidente automobilístico lhe ocasionou uma lesão na medula, onde perdeu o movimento das pernas. Desde então, passou a buscar alternativas para conseguir realizar seus desejos. Agora, estudante universitário, o mesa-tenista teve, ontem, uma chance de testar sua popularidade como um dos principais atletas da cidade.

— A ficha ainda não caiu. Cheguei pensando em voltar para a faculdade, mas ainda tem muita festa programada para mim — declarou.

Ank terá direito a 15 dias de descanso antes de voltar à dura rotina de treinamentos.
Fonte: jornal Panorama – 22/08/07 – Repórter: João Paulo Viera

FALAR NISSO…
Quero sugerir ao prefeito Honório de Oliveira que faça uma homenagem ao mesa-tenista, Alexandre Ank, que é natural de Bicas; assim como fez o prefeito de Juiz de Fora, Alberto Bejani.

Tudo a ver, até por que, num ontem, o prefeito biquense foi professor de Educação Física e gosta de esportes.

MINHA ADORÁVEL “JÁ TEVE”
Nascido em Bicas, uma pequenina e bucólica cidade do interior de Minas Gerais, distante apenas 30km da capital da Zona da Mata, Juiz de Fora, com pouco mais de 13 mil habitantes, como todo jovem, tive que libertar as amarras e procurar emprego nos grandes centros do país. Morei e trabalhei nas principais capitais brasileiras, entre elas São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Em nenhuma delas encontrei a qualidade de vida da pequenina Bicas. Em meados de 1982, quando trabalhava em um grande jornal paulista, no retorno ao meu apartamento, lá pelas 3 da madrugada, encontrei-me com um amigo biquense que trabalhava em um banco, na compensação de cheques, que me saiu com a frase: “Que saudade de ser gente”.

Indaguei sobre a frase e ele me respondeu tranqüilamente: “Se lembra que morávamos na parte alta da cidade acerca de 800 metros do centro onde se fazia o futing nos finais de semana e demorava-se pelo menos uma hora até chegar ao destino?”. Claro, respondi, como vou me esquecer de Bicas? Pois é, retornou o amigo, não era longe, mas tínhamos que sair cumprimentando a todos e levávamos um bom tempo para cumprir o destino. É disso que tenho saudade…

Aquele diálogo, embora o amigo já falecido nunca tenha sabido, modificou radicalmente minha vida. Entrei em depressão e em pouco mais de um mês pedi as contas no jornal, arrumei minhas trouxas e voltei. Vim com minha mulher e filhos viver em uma cidade onde todos me conhecem e aos meus, onde não posso caminhar a pé quando estou com pressa, pois tenho que parar e conversar com todos que encontro, seja sobre futebol, política ou sobre as notícias que leio em meu noticiário na pequena rádio comunitária que dirijo.

Lamentavelmente, venho observando que a cidade está entre dois paralelos. Temos todas as facilidades do mundo da comunicação através da internet, das dezenas de linhas rodoviárias que ligam a cidade ao resto do país. Uma administração competente que zela pelo erário, que no início deste mês emplacou uma secretária de fazenda como representante da Zona da Mata no recém criado Confraz-M Minas, órgão criado para gerir e normatizar as questões fazendárias com vistas aos recursos estaduais e federais, mas esquecida em vários outros pontos primordiais para que possamos gozar do que chamamos qualidade de vida.

Bicas já teve um escritório da Cemig e um da Telemar. Já teve uma gerência da Copasa. Já teve o comando de uma companhia de Polícia Militar que foi transferido para São João Nepomuceno. Já teve delegado de Polícia Civil que morava na cidade. Já teve juiz que morava na cidade. Já teve ilustres representantes na Câmara Federal e na Assembléia Legislativa que resolviam as prioridades do município, e hoje sua representatividade é pífia, com exceções na área da saúde, onde não podemos negar, temos tido bastante apoio do secretário de Estado da Saúde.

Nossos vizinhos e até mesmo os próprios moradores começam a chamar a cidade pela alcunha de “já teve”. E não é sem razão pelos motivos já expostos, e agora vivemos uma situação inusitada de acefalia legal. Mês de agosto é realmente atípico na cidade. Nossa juíza titular da comarca está de licença maternidade sei lá por quantos meses. Nosso promotor entrou de férias, e deixaram respondendo pela comarca o juiz e promotora de Mar de Espanha que também é sede de comarca e tem lá seus milhares de afazeres para nos dar a atenção merecida e desejada. Na Polícia Civil, a delegada não reside na cidade e tem seus horários de atendimento bastante exíguos, quando vem.

Os policiais não dispõem de um veículo para cumprir suas tarefas investigativas e agora conseguiram que o juiz liberasse um veículo apreendido que é dirigido por um empregado da Prefeitura de Guarará que exerce a função de carcereiro, cujo cargo encontra-se vago porque Bicas já teve carcereiro. A Polícia Militar, com o pequeno contingente, vem mantendo a lei e a ordem na medida do possível, sob o comando de um subtenente presente 24 horas por dia para atendimento à população, mas por questões burocráticas da própria PM, subordinado ao 21º Batalhão de Polícia Militar em Ubá. Lembrem-se, estamos há 30km de Juiz de Fora, se precisarmos de reforços para qualquer eventualidade, consultas médicas para os policiais, estes têm que se deslocar 150km, com gasolina fornecida pelo município, até Ubá, cujas questões, até mesmo culturais, nada têm com Bicas que é ligada por um cordão umbilical a Juiz de Fora, onde nossos filhos estudam, onde fazemos compras até de supermercado.

Continuo achando que Bicas é a melhor cidade do mundo para se educar uma família. Temos, ainda, com todo o descaso das autoridades e dos políticos, a melhor qualidade de vida da região, mas já está na hora de se tomar alguma providência para que isso não sofra com a interiorização da criminalidade, um fato inegável, diante das dificuldades que estamos passando, sejam na área do judiciário ou da segurança pública.
Deusdet de Paula Rodrigues
Jornalista – ABI-1858 / deusdetrodrigues@yahoo.com.br

Coluna nº 207

Atualização quinzenal

SUCESSÃO
Em matéria publicada no jornal Tribuna de Minas, de 05 de agosto, o repórter Ailton Alves revelou que a sucessão política na Zona da Mata deve ser marcada pelo continuísmo. Leia os tópicos que se referem a Bicas:

“… Em Bicas, o prefeito Honório de Oliveira trocou de partido (do ex-PFL – atual Democratas – para o PSDB), mas também continua com a mesma base de sustentação que o ajudou a chegar a Prefeitura em 2004. A começar pelo PT, do vice Amarildo Mayrink, estão com ele: PL, PSB, PP e até a sigla abandonada…”

“… Oliveira usa de cautela para falar da possibilidade de reeleição, que, segundo ele, só será definida em março. Porém, apesar desse discurso, o prefeito já vislumbra enfrentar os mesmos adversários de 2004: o ex-prefeito Antônio Carlos Barreto e Eduardo Mendonça (PSL). “É natural que seja assim. A política está no sangue das pessoas e é algo fascinante”…”

“… Além de Bicas e Barbacena, em pelo menos outras cinco cidades o eleitor deve encontrar na urna eletrônica os mesmos personagens da última eleição, como se fosse um returno de um campeonato que teima em não mudar seus participantes…”

“… Em Bicas, por exemplo, Barreto perdeu o controle do PSDB, mas já articula a ida de todo o seu grupo político para o PMDB ou PTB..”

CONFAZ-M MINAS
O prefeito Honório de Oliveira e a secretária de Fazenda, Celita V. Araújo Alhadas, estiveram em Belo Horizonte onde participaram da Assembléia de instituição e aprovação do regimento interno do Confaz-M Minas (Conselho de Órgãos Fazendários Municipais do Estado de Minas Gerais).

O evento aconteceu no auditório do CREA e foi promovido pela AMM (Associação Mineira dos Municípios) que convocou representantes dos 853 municípios do estado para eleição dos membros da diretoria do importante conselho.

Há de se destacar a competência com que Celita defendeu os pequenos municípios, o que lhe valeu a indicação para ser a diretora da Região Zona da Mata, em meio a quase 600 representantes municipais.

“A importância da indicação e efetiva participação na diretoria do Confaz-M Minas nos traz uma responsabilidade muito grande na medida em que representamos, na verdade, a grande maioria dos municípios mineiros que são os de pequeno porte como Bicas. Até hoje, o que vemos são os grandes e médios municípios representados nos mais diversos órgãos criados, cuja realidade difere, e muito, das realidades dos pequenos municípios. Questões como segurança pública, saúde, educação e assistência social sempre foram tratadas em nível de grandes centros, e agora, os pequenos municípios terão sua representação efetivada com a minha participação”, disse.
Fonte: jornal A Região

GRUPO FAMA
O Grupo Fama chegou à cidade de Pequeri. O empresário Sebastião Costa Faria inaugurou mais uma loja e oferece ao município vizinho variedade em eletrodomésticos, móveis e instrumentos musicais.

CARTÓRIO
Ludmilla Marôco Amorim tomou posse como titular do Cartório do 1º Ofício de Notas da Comarca de Bicas. Coincidentemente, lá trabalhou por muitos anos seu avô, o saudoso Ary Marôcco.

BODAS DE PRATA
Derli Mendes de Castro e Aloísio de Castro Machado (Curuca) comemoraram Bodas de Prata no salão do Imperador Recepções, em Belo Horizonte, ao som do Coral Tonelli Eventos e da cantora Márcia Primola. Participaram, ainda, o Buffet Bouquet Garni, o decorador Renzo Mais e o DJ Eduardo Aum.

Em cerimônia íntima realizada num belo sítio no bairro Novo Horizonte, em Juiz de Fora, casaram-se, no final de julho, Ariane Sarto e Álvaro Antônio Lamha.

CASAMENTO
Priscilla (filha de Marília Bretas de Oliveira Guarnieri e Antônio de Pádua Guarnieri) e José Augusto (filho de Solanger Ribeiro de Castro e José Augusto Nery) casaram-se, na Igreja de Santo Antônio de Bicas.

A recepção foi no Esporte Clube Biquense com Martha’s Buffet e Banda Help.

TERCEIRA IDADE
Foi-se o tempo em que o idoso esperava a vida passar, sentado na cadeira de balanço, fazendo tricô ou jogando xadrez. Consumidores em potencial, eles praticam esportes, fazem compras, freqüentam restaurantes e viajam, formando um nicho de mercado em expansão, cada vez mais atraente.

Segundo dados da Gerência Executiva do INSS em Juiz de Fora, os aposentados com mais de 60 anos somam cerca de 70 mil na região e movimentam R$ 34,5 milhões por mês. De olho nesses números, segmentos econômicos dos mais diversos, como os de turismo e alimentação, voltam o olhar para esta clientela, que tem disposição, necessidade e, principalmente, tempo para consumir.

ROTARY
A nova diretoria do Rotary Club de Bicas ficou assim formada: Noé Fonseca (presidente), João José Paiva Ribeiro (vice-presidente), Neuza Maria Coelho (tesoureira), Calícia Bento Teixeira (secretária) e Jarbas Antunes (protocolo).

TESE
Luciano Carvalho Bignoto defendeu tese de mestrado na Faculdade e Centro de Pesquisas São Leopoldo Mandic em Campinas (SP). Tema: “Predição de cárie em crianças institucionalizadas de 0 a 5 anos através de questionários aplicados aos pais e responsáveis”.

CINQUENTINHA
Geraldo Magela de Souza Ramos (sempre atuante) completou meio século de existência e recebeu muitos cumprimentos dos vários amigos das turmas as quais pertence ou pertenceu.

CURIOSIDADE HISTÓRICA
Em 1890, quando o povoado do Espírito Santo foi elevado à categoria de vila e, conseqüentemente, sede de um município com o topônimo de Espírito Santo do Guarará, foram criados dentro do seu território, os distritos de Bicas, Córrego do Meio (Maripá), Forquilha e Santa Helena.

Quando em 1923 Bicas se emancipou de Guarará, além de anexar o distrito de Pequeri cedido por Mar de Espanha, manteve a criação do distrito de Santa Helena, até hoje não instalado. Por que não instalaram o distrito? Falta de liderança local ou jogo de interesse político dos biquenses a fim de ser mantido a integralidade do distrito e município de Bicas?

Hoje, com asfalto, Santa Helena tem prosperado. Valeria a pena ser distrito? Parece ao colunista que ser um promissor bairro de Bicas é mais importante. Nesse caso, caberia à Câmara Municipal proclamar Santa Helena como bairro, eliminando a classificação de simples povoado. E o poeta não perde a vez de dizer:

Santa Helena está sem voz,
Mas querendo dar um grito,
Por que Bicas seu algoz
Nunca instalou o distrito.
Fonte: jornal O Municipio – Júlio C. Vanni

Presente para Caymmi
O grande Dorival Caymmi está de volta ao Rio, após uma temporada em sua simpática casa de Pequeri – terra natal de sua mulher, Stella – onde há poucos anos concedeu entrevista exclusiva a CR e ao diretor do jornal “O Município”, José Maria Machado Veiga, de Bicas.

Caymmi levou para a sala de visita de seu reduto em Copacabana um mimo que ganhou da família Miranda de Almeida, de Juiz de Fora. Trata-se de uma escultura em aço de um violão, onde foi gravado: “Mais bonito que o mar é ver Dorival Caymmi cantar”. A iniciativa foi de Ana Miranda que, ao saber que o compositor estava na cidade vizinha, decidiu fazer a homenagem em retribuição às alegrias recebidas pela obra do compositor. Na infância, ela foi embalada pelo pai (grande fã do compositor baiano) ouvindo “Acalanto” e também cantou para os filhos.

Caymmi ficou tão encantado com o presente que teve dúvida se deixava em Pequeri ou levava para o Rio. “Pensei que deveria deixá-lo onde gostariam as pessoas que me presentearam. Então, decidi levá-lo para onde eu for”, afirmou o mestre que cantou o mar e hoje ama estar entre as montanhas de Minas.
Fonte: jornal Tribuna de Minas – Coluna Cesar Romero

Arquivos
Categorias